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BRASIL

Ex-goleiro Bruno, do Flamengo, tem 5 dias para comparecer à Justiça

Você já se perguntou como o sistema judiciário lida com casos de progressão de pena e livramento condicional? Recentemente, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) surpreendeu ao determinar que o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, compare

06/02/2026

06/02/2026

Você já se perguntou como o sistema judiciário lida com casos de progressão de pena e livramento condicional? Recentemente, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (VEP) surpreendeu ao determinar que o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, comparecesse ao Conselho Penitenciário para regularizar seu benefício de livramento condicional. Ele tem um prazo de cinco dias para tomar essa atitude, após ser oficialmente intimado, ou poderá enfrentar um novo mandado de prisão.

Bruno Fernandes, o ex-atleta que já encantou muitos fãs de futebol, foi condenado a 23 anos e 1 mês de reclusão por crimes graves, incluindo homicídio qualificado e sequestro referentes a Eliza Samudio, com quem teve um filho. A previsão é que sua pena termine em 2031, segundo cálculos oficiais da VEP.

O que acontece se Bruno não cumprir o prazo?

Em uma decisão que define o rumo do ex-goleiro, o juiz estipulou que a interrupção do cumprimento da pena ocorrerá desde a concessão do livramento condicional até sua oficialização. Isso significa que, caso Bruno não se apresente para oficializar essa mudança de regime, ele corre o risco de perder o benefício e ter de voltar ao regime anterior.

Por que Bruno não recebeu as intimações? A VEP identificou que todas as comunicações enviadas ao ex-goleiro retornaram sem sucesso. Ou seja, mesmo com a progressão a seu favor, o comparecimento era necessário para oficializar seu novo regime de cumprimento de pena.

Qual foi o caminho de Bruno até aqui?

Desde sua condenação em 2013 pelas ações terríveis que resultaram na morte da modelo Eliza Samudio, Bruno passou por uma trajetória conturbada. Eliza, que desapareceu em junho de 2010, foi vítima de um crime que marcou o Brasil. Apesar de ter conseguido progressão para o regime semiaberto em 2019, foi apenas em janeiro de 2023 que ele atingiu a liberdade condicional, ainda sob a vigilância da justiça.

Após ser transferido para o Rio de Janeiro com base em propostas de trabalho, Bruno teve sua execução penal reavaliada e seguiu cumprindo a pena em regime semiaberto. Surge então um aviso: para se manter no caminho da liberdade, ele precisa resolver sua situação com as autoridades judiciais.

Este caso levanta diversas questões sobre como funcionam o cumprimento de penas e as condições para livramento condicional. Você acha que o sistema é eficaz na reinserção desses indivíduos na sociedade? Fique atento às atualizações desse caso que ainda promete desenrolar capítulos decisivos para o futuro do Bruno.



Com informações da Agência Brasil

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