A trágica morte da professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia, Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos, deixou a cidade de Porto Velho em choque. Ela foi brutalmente assassinada dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na noite de sexta-feira (6), causando grande comoção entre colegas, alunos e a comunidade em geral. A notícia da prisão preventiva do suspeito, João Júnior, aluno da mesma faculdade, intensificou ainda mais as emoções ao longo do fim de semana.
No dia seguinte ao crime, a justiça decretou a prisão preventiva do acusado, atendendo ao pedido do Ministério Público durante a audiência de custódia. O MP enfatizou a necessidade da medida como forma de garantir a ordem pública, declarando repúdio ao ato que classificou como covarde, e se comprometeu a seguir firme na busca por justiça. Além disso, a comunidade acadêmica e a sociedade civil se uniram em protesto e pesar, destacando o legado de Juliana e exigindo uma maior proteção contra a violência, especialmente no ambiente educacional.
O que levou à prisão preventiva do suspeito?
A decisão de prisão preventiva surgiu após o Ministério Público considerar o risco à ordem pública. No sábado, o acusado compareceu à audiência de custódia, onde o juiz acolheu o pedido para mantê-lo detido.
Como ocorreu o crime na faculdade?
O crime aconteceu em um ambiente que deveria ser seguro: uma sala de aula. Juliana foi atingida por golpes de faca e, embora tenha sido socorrida, não resistiu aos ferimentos. O acusado, identificado como aluno da instituição, foi preso em flagrante logo após o ato brutal.
Qual foi a reação da faculdade e da comunidade?
O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela administração da Faculdade Metropolitana, manifestou seu profundo pesar pela perda de uma docente tão admirada, ressaltando que a violência não apagará seu legado de excelência e ética. Da mesma forma, a Assembleia Legislativa de Rondônia expressou sua indignação, destacando a urgência de proteger mulheres da violência, sobretudo em locais destinados ao ensino e formação.
Enquanto o caso segue em investigação, a sociedade aguarda respostas e justiça para Juliana, uma perda irreparável para todos que a conheciam.
Com informações da Agência Brasil