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BRASIL

Polícia indicia donos de academia onde mulher foi intoxicada

Você já se perguntou quais riscos podem estar escondidos em locais que frequentamos regularmente, como academias? Recentemente, em São Paulo, um trágico incidente lançou luz sobre questões de segurança que, muitas vezes, passam despercebidas. A professora

12/02/2026

12/02/2026

Você já se perguntou quais riscos podem estar escondidos em locais que frequentamos regularmente, como academias? Recentemente, em São Paulo, um trágico incidente lançou luz sobre questões de segurança que, muitas vezes, passam despercebidas. A professora Juliana Faustino Bassetto, de apenas 27 anos, faleceu após um incidente de intoxicação na piscina da academia C4 Gym, na zona leste da cidade. Além de Juliana, outras sete pessoas também foram afetadas, incluindo seu marido, que segue internado em estado grave.

Os donos da academia prestaram depoimentos na noite de quarta-feira, dia 11, mas foram liberados após serem ouvidos. A investigação busca entender como essa fatalidade ocorreu em um ambiente que deveria garantir a saúde e segurança de seus frequentadores.

O que realmente aconteceu na academia?

No sábado, dia 7, a tragédia abalou a academia quando Juliana utilizou a piscina e sofreu uma intoxicação grave. Conforme as informações da investigação policial, havia um funcionário responsável pela preparação de cloro no local. Entretanto, este colaborador não utilizou o cloro diretamente na piscina; em vez disso, deixou o preparado em proximidade de onde as pessoas estavam, resultando na inalação dos vapores tóxicos. Juliana rapidamente desenvolveu sintomas respiratórios, foi levada ao hospital, mas infelizmente não resistiu.

Problemas de segurança podem ter agravado o incidente?

O incidente trouxe à tona não apenas a tragédia pessoal, mas também a falta de segurança e regulamentação nos estabelecimentos. Conforme a Polícia Civil, o funcionário responsável pela manipulação do cloro não era qualificado como piscineiro. Além disso, descobriu-se que a academia operava sem alvará de funcionamento, levantando questões sobre as práticas de gestão e cumprimento de normas.

Quais serão os próximos passos nas investigações?

As investigações continuam em curso, e o Ministério Público de São Paulo está averiguando a regularização das demais unidades da C4 Gym. Os proprietários, embora já tenham prestado depoimento, podem enfrentar ramos legais à medida que novos detalhes surgem. Este caso ressalta a importância crítica da segurança e conformidade em serviços oferecidos à comunidade.



Com informações da Agência Brasil

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