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BRASIL

Rio atende 2.843 pacientes no Sambódromo e 694 nos blocos de rua

O Carnaval é um dos eventos mais esperados do ano, especialmente no Rio de Janeiro, onde o Sambódromo se torna a principal passarela para as escolas de samba. Este ano, apesar da alegria e animação, os serviços médicos nos bastidores trabalharam intensame

18/02/2026

18/02/2026

O Carnaval é um dos eventos mais esperados do ano, especialmente no Rio de Janeiro, onde o Sambódromo se torna a principal passarela para as escolas de samba. Este ano, apesar da alegria e animação, os serviços médicos nos bastidores trabalharam intensamente para garantir a segurança e a saúde dos foliões. Logo após o término dos desfiles, mais de 2.843 atendimentos médicos foram realizados nos postos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) localizados no Sambódromo. A operação que se estendeu até a quarta-feira de cinzas também registrou que 167 pacientes tiveram que ser encaminhados a hospitais para cuidados adicionais. Na última noite dos desfiles das escolas do Grupo Especial, foram feitos 800 atendimentos e 37 transferências.

Ainda no contexto do carnaval, mas desta vez nas ruas do Rio, a Secretaria Municipal de Saúde montou quatro postos de atendimento médico no centro e na zona sul da cidade. Esses pontos de assistência, que operaram entre 24 de janeiro e 17 de fevereiro, atenderam 694 pessoas, com 89 delas necessitando de transferências para hospitais da rede. Entre os casos mais comuns nos atendimentos estavam os relacionados à descompensação de doenças crônicas, picos de pressão, mal-estar devido ao calor e esforço, além de cortes e lesões.

O que foi realizado pela vigilância sanitária durante o Carnaval?

Os trabalhos de fiscalização também não pararam durante a folia. O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio) atuou no Sambódromo lavrando nove autos de infração por irregularidades, como falta de documentos e condições inadequadas de higiene. As equipes de fiscalização instruíram os responsáveis para realizarem os devidos ajustes, assegurando assim a segurança de todos os presentes.

Como foi a coleta de lixo durante a festa?

A Comlurb, responsável pela limpeza urbana no Rio de Janeiro, teve uma atuação crucial durante o Carnaval de 2026. Na terça-feira, conseguiram recolher 296,3 toneladas de resíduos em diversos pontos de festejo. Somente pós-desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial, foram retiradas 55,5 toneladas de lixo na última noite, sendo 35,4 toneladas na área interna do Sambódromo.

Os blocos de rua também contribuíram significativamente para o volume de resíduos acumulados. Na terça-feira, os blocos, bailes e desfiles de embalo foram responsáveis por 217,1 toneladas de lixo, com destaque para o Bloco Cordão do Carrapato, que sozinho gerou 17,2 toneladas. No total, desde o início do pré-carnaval, a Comlurb já contabiliza 1.421,2 toneladas de resíduos recolhidos, um número que reflete a intensa atividade desses dias de festa.



Com informações da Agência Brasil

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