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BRASIL

Brasília volta a sediar Conferência Nacional das Cidades

Depois de mais de uma década, Brasília está novamente no centro das atenções ao sediar a Conferência Nacional das Cidades. Este evento, que começa hoje e vai até sexta-feira, promete ser um verdadeiro palco para discussões sobre o futuro do desenvolviment

24/02/2026

24/02/2026

Depois de mais de uma década, Brasília está novamente no centro das atenções ao sediar a Conferência Nacional das Cidades. Este evento, que começa hoje e vai até sexta-feira, promete ser um verdadeiro palco para discussões sobre o futuro do desenvolvimento urbano no Brasil. Com a presença de mais de 1,6 mil representantes de todo o país, a conferência tem como foco principal traçar diretrizes que vão moldar a política urbana nacional nos próximos anos. Não quer perder nenhum detalhe desse acontecimento crucial? Continue a leitura e descubra tudo o que está por trás dessa iniciativa.

Organizado pelo Conselho das Cidades, que faz parte do Ministério das Cidades, o encontro em Brasília é o auge de uma série de reuniões e debates que aconteceram em mais de 1,8 mil municípios brasileiros, abrangendo todos os estados e o Distrito Federal. A preparação foi minuciosa, e agora chegou o momento de decidir as diretrizes que irão transformar o cenário urbano brasileiro.

O que está em jogo na conferência?

A conferência não é apenas um encontro de pessoas; é um movimento que envolve representantes do poder público, acadêmicos, integrantes de movimentos sociais e do setor empresarial. Juntos, eles vão definir as diretrizes da **Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU)**, pensada para promover um desenvolvimento urbano sustentável, uma discussão que tem sido amadurecida desde 2019.

Qual o papel dos delegados nesta conferência?

Os 1,6 mil delegados, escolhidos em encontros estaduais, têm um papel crucial: levar adiante as reivindicações aprovadas em seus territórios. Eles participarão de debates em salas temáticas com uma ampla variedade de tópicos, incluindo:

  • Habitação
  • Saneamento
  • Periferias
  • Mobilidade e desenvolvimento urbano
  • Controle social
  • Regularização fundiária
  • Cooperação interfederativa
  • Sustentabilidade e clima
  • Transformações digitais e acessibilidade tecnológica
  • Segurança cidadã

No final, será elaborado um documento que servirá de base para a PNDU.

Por que a conferência é considerada fundamental?

O Ministro das Cidades, Jader Filho, destacou a importância do evento. Durante uma participação no programa Bom Dia, Ministro, ele reforçou o caráter essencial da 6º Conferência Nacional das Cidades, afirmando que "Vivemos em um país continental, é essencial ter essa troca de ideias para solucionar as questões urbanas do nosso extenso território".

"Vivemos em um país continental. E você imaginar que, [aqui] de Brasília, você vai conseguir encontrar soluções para um país do tamanho do nosso, seria muita pretensão", comentou Filho, destacando o caráter participativo do evento.

Qual a importância do retorno do Concidades?

Filho lamentou que desde 2013 a conferência não tenha ocorrido, o que impactou negativamente no processo de discussão. Em 2019, o Conselho das Cidades foi extinto, mas agora está sendo reativado. Segundo o ministro, ">Retomamos o Concidades e temos feito reuniões trimestrais com esses conselheiros, debatendo, discutindo soluções para as cidades brasileiras". Esta retomada é vista como essencial para a construção de um futuro urbano mais sólido e participativo.



Com informações da Agência Brasil

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