Nesta terça-feira (24), em meio ao caos causado pelas fortes chuvas na Zona da Mata Mineira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou a mobilização imediata de equipes federais para apoiar as cidades afetadas. Juiz de Fora e Ubá são alguns dos municípios mais castigados, com um trágico saldo de pelo menos 22 vítimas fatais. Diante dessa situação, como o governo federal pretende agir para mitigar os danos e trazer alívio aos moradores?
"Já temos uma equipe de coordenação da Força Nacional do SUS a caminho, e a Defesa Civil Nacional está em regime de alerta máximo, trabalhando em contato permanente com a defesa civil mineira", afirmou o presidente.
Em sua rede social X, Lula ressaltou a importância do reconhecimento do estado de calamidade em Juiz de Fora (MG), enfatizando que o decreto seria publicado ainda nesta terça-feira no Diário Oficial da União.
O que o governo e a defesa civil estão fazendo para ajudar?
Em suas palavras, "Nas próximas horas – e dias – seguiremos de prontidão para agir com a velocidade e a força que o momento exige." O foco principal é assegurar a assistência humanitária, restabelecer serviços básicos, oferecer auxílio a desabrigados e suporte à reconstrução.
Como a solidariedade prestada pelo presidente pode impactar a região?
Mesmo em escala, retornando de sua viagem oficial à Índia e Coreia do Sul, Lula não hesitou em contatar a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, oferecendo solidariedade e apoio federal. "Quero enviar meus profundos sentimentos às famílias que perderam seus lares e, o que é pior, os seus entes queridos", declarou, reafirmando o suporte às "autoridades e forças de segurança mineiras" no resgate e atendimento da população em sofrimento.
Quais são os impactos das chuvas em Juiz de Fora?
De acordo com informações da prefeitura, o município experimentou um acúmulo de 584 milímetros de chuva, transformando fevereiro no mês mais chuvoso da história de Juiz de Fora. Este volume supera em mais do que o dobro esperado para o período.
Quantas pessoas estão desabrigadas e qual é a situação atual?
Além dos 22 óbitos confirmados pelo Governo do Estado de Minas Gerais, a defesa civil local alerta para a situação de cerca de 440 pessoas que se encontram desabrigadas, procurando refúgio e auxílio diante deste cenário devastador.
Com informações da Agência Brasil