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BRASIL

Promulgado protocolo da OIT contra trabalho forçado

Você sabia que o Brasil acaba de dar um passo importante na luta contra o trabalho forçado? Hoje, 25 de fevereiro, o Diário Oficial da União publicou o Decreto nº 12.857/2026. Este decreto promulga o Protocolo de 2014, referente à Convenção 29 da Organiza

25/02/2026

25/02/2026

Você sabia que o Brasil acaba de dar um passo importante na luta contra o trabalho forçado? Hoje, 25 de fevereiro, o Diário Oficial da União publicou o Decreto nº 12.857/2026. Este decreto promulga o Protocolo de 2014, referente à Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), abordando o trabalho forçado ou obrigatório.

Vamos falar um pouco sobre o impacto dessa promulgação? Sancionado inicialmente por mais de 180 países em 2014, o documento complementa e atualiza a Convenção 29 da OIT. O objetivo central é prevenir o trabalho forçado, proteger suas vítimas e fortalecer a fiscalização e responsabilização global. Com isso, o Brasil se alinha ainda mais aos parâmetros internacionais de direitos humanos.

Por que a promulgação do decreto é importante para o Brasil?

Integrar o Protocolo da OIT ao ordenamento brasileiro não é apenas um ato formal. Esta medida amplia a harmonização do Brasil com as diretrizes internacionais de direitos humanos, o que impacta diretamente as políticas públicas em diversas frentes:

  • Inspeção do trabalho mais rigorosa e eficaz;
  • Persecução penal robusta contra violadores dos direitos trabalhistas;
  • Responsabilização administrativa de empresas e indivíduos.

Como o protocolo ajuda a prevenir o trabalho forçado?

Este decreto não apenas visa o combate ao trabalho forçado, mas foca na prevenção através de ações práticas. Algumas medidas previstas no documento são:

  • Acesso à educação e informação: Fornecer educação e informação é essencial para que empregadores e pessoas em situação de vulnerabilidade conheçam seus direitos.
  • Fortalecimento da fiscalização: Aumentar os esforços para que os serviços de inspeção do trabalho sejam ainda mais eficazes.
  • Proteção aos mais vulneráveis: Especialmente a trabalhadores migrantes, contra práticas abusivas e fraudulentas nos processos de recrutamento.
  • Fortalecimento do setor público e privado: Ambos os setores precisam trabalhar juntos na prevenção e combate ao problema.
  • Ações em causas profundas: Identificar e abordar os fatores de risco do trabalho forçado ou compulsório.

Com todas essas ações, o Brasil dá um passo crucial na construção de um ambiente laboral mais justo e humanizado. Se você quer entender mais sobre o impacto desse protocolo, não deixe de acompanhar os desdobramentos dessa promulgação no cenário nacional e internacional.



Com informações da Agência Brasil

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