Os temporais na Zona da Mata mineira deixaram um rastro devastador, resultando em 40 mortes, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Corpo de Bombeiros. As cidades de Juiz de Fora e Ubá foram severamente afetadas, destacando-se Juiz de Fora com o maior número de vítimas fatais, somando 34 mortos e 25 desaparecidos. Em Ubá, o quadro também é trágico, com seis mortos e dois desaparecidos.
A tragédia não se limita às fatalidades. Em Juiz de Fora, o impacto do desastre natural deixou 3 mil pessoas desabrigadas e 400 desalojadas, enquanto em Ubá, 26 pessoas estão na condição de desabrigadas e 178 desalojadas. A situação exige uma resposta rápida e eficiente das autoridades e da comunidade para auxiliar as pessoas afetadas.
Qual o alcance desse desastre na Zona da Mata mineira?
As intensas chuvas vêm causando estragos enormes na Zona da Mata mineira, e a previsão é de que as tempestades persis, enquanto o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já emitiu alerta de grande perigo para chuvas até o dia 27 de fevereiro. Esse alerta reforça a necessidade de atenção redobrada da população local e dos órgãos de emergência.
Como estão as operações de resgate e assistência?
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) aponta um risco muito alto de novas enxurradas e alagamentos, especialmente em Juiz de Fora. Equipes de resgate e emergência estão mobilizadas para lidar com essa calamidade, oferecendo assistência imediata aos desabrigados e a todos que necessitam de ajuda.
Por que a colaboração comunitária é vital neste momento?
Com tantas pessoas deslocadas de suas casas, a solidariedade e a ajuda comunitária se tornam essenciais. A união e o senso de comunidade podem fazer uma diferença significativa para aqueles que perderam tudo. É um momento de unir esforços para superar os desafios impostos por esse desastre natural.
Com informações da Agência Brasil