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BRASIL

Ministro diz que equipes federais permanecerão na Zona da Mata mineira

O cenário na Zona da Mata de Minas Gerais é de grande preocupação, após chuvas intensas causarem estragos significativos. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou nesta quarta-feira (25) que as equipes federais permane

25/02/2026

25/02/2026

O cenário na Zona da Mata de Minas Gerais é de grande preocupação, após chuvas intensas causarem estragos significativos. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou nesta quarta-feira (25) que as equipes federais permanecerão no estado para auxiliar as comunidades afetadas. A visita aconteceu em Ubá, uma das cidades duramente atingidas pelos temporais.

Com a presença das equipes no local, os planos de trabalho poderão ser desenvolvidos de maneira mais ágil e precisa, conforme explicou o ministro: "Nossas equipes ficarão no estado, sempre fazemos isso porque acreditamos que, quanto mais próximo do local, mais eficiente será a ajuda."

Como as equipes multidisciplinares estão atuando em Minas Gerais?

Diante do cenário crítico, a Defesa Civil Nacional enviou oito técnicos do Grupo de Apoio a Desastres (Gade) na manhã de terça-feira (24). O objetivo é acelerar as ações de assistência humanitária e a reconstrução das cidades atingidas. "Estamos aqui com uma força-tarefa de vários ministérios e tudo o que precisarmos empregar será feito", afirmou Góes.

Imagem de resgate em Minas Gerais

Além disso, equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Único de Assistência Social (Suas) estão no apoio à população. Essa ação conjunta visa garantir a eficiência e rapidez na resposta às emergências.

O que acontece quando o estado de calamidade pública é reconhecido?

A situação em cidades como Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa foi classificada como de calamidade pública pela Defesa Civil Nacional. As portarias foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Esse reconhecimento permite que os municípios solicitem recursos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para atuar nas ações de defesa civil e reconstrução.

Os dados mais recentes do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais apontam que houve 46 mortes causadas pelas chuvas, além de 21 desaparecidos. A busca por essas pessoas continua como prioridade para as equipes no local.



Com informações da Agência Brasil

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