28° 27° | Rio de Janeiro - RJ

Dólar |

Euro |

Peso | 3.20


lupa
lupa
lupa
BRASIL

Chuvas em MG já deixaram 47 mortos e 20 desaparecidos

Em Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros enfrenta um dos maiores desafios das últimas semanas: o número de vítimas fatais das chuvas fortes e dos deslizamentos na Zona da Mata já chega a 47. Juiz de Fora e Ubá são as cidades mais afetadas, com corpos recuper

25/02/2026

25/02/2026

Em Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros enfrenta um dos maiores desafios das últimas semanas: o número de vítimas fatais das chuvas fortes e dos deslizamentos na Zona da Mata já chega a 47. Juiz de Fora e Ubá são as cidades mais afetadas, com corpos recuperados nos dois locais.

Os dados são alarmantes: 41 corpos foram encontrados em Juiz de Fora, enquanto outros 6 apareceram em Ubá. No entanto, a preocupação não acaba aí, já que ainda há 20 pessoas desaparecidas. Enquanto isso, as buscas continuam sem interrupções, conduzidas por um efetivo de cerca de 120 bombeiros.

Qual o impacto das chuvas nas vidas dos moradores?

As enchentes e deslizamentos deixaram mais de 400 pessoas desabrigadas somente em Juiz de Fora, além de outras 197 desalojadas. Em Ubá, o cenário não é muito diferente, com 38 desabrigados e 321 desalojados. Até agora, mais de 200 pessoas foram resgatadas de áreas consideradas de risco, correndo contra o tempo e as condições climáticas que podem piorar a qualquer momento.

Você sabe a diferença entre ser desabrigado e desalojado? Desalojados têm para onde ir, como casas de familiares ou amigos. Já os desabrigados ficam sem ter para onde se dirigir a não ser que dependam de abrigos públicos.

Quais são as preocupações das autoridades locais?

O coronel Joselito Oliveira de Paula expressou sua apreensão em uma coletiva no Parque Jardim Burnier, preocupando-se especialmente com as famílias que insistem em voltar para áreas de risco. "Pessoas que foram retiradas das áreas de risco voltaram, mas elas precisam desocupar essas áreas", alertou.

A previsão de chuvas continua, mas o Corpo de Bombeiros acredita que serão de intensidade moderada. Isso pode ajudar tanto no resgate quanto na retomada de serviços essenciais, como o fornecimento de água e energia elétrica.

O que o governo está fazendo para ajudar?

Com a situação declarada como calamidade pública, a Defesa Civil Nacional reconheceu a gravidade da situação em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. Este reconhecimento facilita o acesso a recursos do Ministério da Integração para medidas emergenciais.

Em esforços coordenados, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou a permanência de equipes federais na região. Especialistas do Grupo de Apoio a Desastres também estão no local, juntamente com equipes de saúde da Força Nacional do SUS e do Suas, para garantir que a população tenha apoio durante este tempo crítico.

O trabalho é incessante, cada apoio conta e a comunidade certamente precisa de toda a ajuda possível para superar as consequências dessa calamidade.



Com informações da Agência Brasil

Tags