A tragédia das chuvas na Zona da Mata mineira alcança um número alarmante de 59 mortes. Essa é a triste realidade enfrentada pela região, segundo o boletim divulgado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais na quinta-feira (26). As cidades de Juiz de Fora e Ubá estão entre as mais afetadas, onde as operações de busca e salvamento permanecem ininterruptas.
Os esforços dos bombeiros foram coordenados por oito frentes de atuação, com atividades intensas em seis áreas de Juiz de Fora e duas em Ubá. Vamos entender como essa situação crítica impacta a vida de tantos mineiros e quais medidas estão sendo tomadas para ajudar as vítimas. Quem são os verdadeiros heróis a emergir no meio desta catástrofe?
Como a tragédia impactou as cidades da Zona da Mata?
Em Juiz de Fora, a situação é devastadora. Foram encontrados 53 corpos e ainda há a busca por 13 pessoas desaparecidas. O cenário é desolador, com cerca de 3,5 mil indivíduos desalojados e 253 desabrigados, conforme relata a Secretaria de Assistência Social local, que oferece auxílio funeral e aluguel social às famílias. Em Ubá, o desastre contabiliza seis mortes, enquanto duas pessoas continuam desaparecidas, e mais de 1,2 mil moradores perderam suas casas.
Quais esforços de resgate estão em andamento?
Não é apenas uma tarefa dos bombeiros; a operação de resgate é uma verdadeira força-tarefa. Até agora, 239 pessoas foram salvas graças ao trabalho conjunto de militares de áreas próximas e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que rastreia sinais de celular na tentativa de localizar pessoas sob os escombros. As equipes de resgate utilizam retroescavadeiras e caminhões, destacando a complexidade e a urgência das operações em curso.
Onde estão concentrados os esforços de busca?
A busca por sobreviventes continua com o suporte do canil de Varginha, cujos cães farejadores desempenham um papel crucial na localização de possíveis vítimas. Os esforços estão concentrados em áreas específicas, priorizadas pelas análises dos profissionais e pelos sinais captados.
A situação é menos trágica no município de Matias Barbosa onde, apesar dos 810 desalojados, não há registro de mortes ou desaparecidos até o momento.
Com informações da Agência Brasil