27° 26° | Rio de Janeiro - RJ

Dólar |

Euro |

Peso | 3.20


lupa
lupa
lupa
BRASIL

Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja

O número de 1.470 mulheres mortas em 2025 no Brasil chocou o país e ressaltou a urgência de medidas efetivas contra o feminicídio. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, destacou o papel fundamental dos homens no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio,

03/03/2026

03/03/2026

O número de 1.470 mulheres mortas em 2025 no Brasil chocou o país e ressaltou a urgência de medidas efetivas contra o feminicídio. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, destacou o papel fundamental dos homens no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, sublinhando um esforço conjunto para avançar na proteção das mulheres.

Janja enfatizou a importância deste pacto para a proteção das mulheres e ressaltou a necessidade de um monitoramento mais eficaz dos agressores. "Queremos que a engrenagem funcione", afirmou durante sua participação no programa Sem Censura, transmitido pela TV Brasil.

O que está sendo feito para combater o feminicídio no Brasil?

O Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio foi projetado para integrar representantes dos Três Poderes, iniciativa pioneira mundial, conforme lembrou Janja. Meninas e mulheres de todas as idades e orientações políticas estão vulneráveis aos mesmos perigos. "Da mesma bala e da mesma faca", observou a socióloga.

Por que é necessária uma mudança cultural?

Janja destacou que falar sobre feminicídio é crucial, mas agir é imperativo. O discurso de ódio é abundante e acessível nas redes sociais, impactando todas as gerações. "Não se pode normalizar esses crimes", alertou, referindo-se aos mais de 140 canais que promovem ódio contra mulheres.

Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja

Para Janja, a mudança cultural é o coração do pacto e tem esperança nas novas gerações para efetivar essa transformação. "Esse rumo é que a gente precisa corrigir", afirmou.

Como mobilizar a sociedade para combater a violência contra mulheres?

A executiva global da No More Foundation, Daniela Grelin, também convidada do Sem Censura, propôs ações de mobilização social para erradicar a violência contra mulheres no Brasil. Em parceria com a TV Brasil, a Unesco e a CBF, a campanha Feminicídio Nunca Mais será lançada no emblemático Santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, marcando um movimento simbólico e efetivo na luta contra essa violência.

A diretora de Conteúdo e Programação da EBC, Antonia Pellegrino, apresentará a campanha durante o evento, fortalecendo o engajamento nacional e global contra o feminicídio.



Com informações da Agência Brasil

Tags