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BRASIL

Viva Maria destaca a campanha “Feminicídio Nunca Mais”

Imagine uma campanha que une esportistas renomados e grandes entidades brasileiras em prol de um objetivo nobre: combater a violência contra mulheres. Pois é exatamente isso o que a iniciativa "Feminicídio Nunca Mais" propõe. Sob a liderança da No More Fo

05/03/2026

05/03/2026

Imagine uma campanha que une esportistas renomados e grandes entidades brasileiras em prol de um objetivo nobre: combater a violência contra mulheres. Pois é exatamente isso o que a iniciativa "Feminicídio Nunca Mais" propõe. Sob a liderança da No More Foundation e em colaboração com a Embratur, o Consórcio Cristo Sustentável e ainda promovida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), essa campanha está ganhando os holofotes na luta por mudanças. E o que tudo isso tem a ver com a Copa do Mundo FIFA 2027? Muito, na verdade. Este grande evento esportivo se tornou uma plataforma crucial para mobilizar a sociedade em torno dessa causa tão urgente.

Com uma equipe de peso que inclui atletas como Raí, Cafu e Formiga, além do técnico Carlo Ancelotti, a campanha mira diretamente nas justificativas que ainda tentam minimizar a violência de gênero. Neste artigo, você vai entender como essa iniciativa está desafiando modelos tradicionais e encorajando uma postura mais ativa da sociedade.

Como os homens podem assumir um papel protagonista?

Recentemente, durante o seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres” em Brasília, a importância da participação masculina na mudança de comportamento foi um dos principais tópicos abordados. Neste evento, a ministra Gleisi Hoffmann apresentou planos prioritários para o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, como a implementação de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores. Mas por que a presença masculina é tão crucial nessa campanha?

  • Porque os homens são fundamentais na desconstrução do machismo estrutural.
  • Eles podem ser aliados poderosos na defesa dos direitos das mulheres.
  • Participação ativa contribui para a redução dos índices de violência.

Que desafios o país enfrenta para reconhecer o feminicídio?

Wânia Pasinato, socióloga e consultora da ONU Mulheres no Brasil, trouxe à tona um grave problema: muitas mortes motivadas por gênero não são identificadas como feminicídio. Em contextos considerados "menos evidentes", como aqueles relacionados ao tráfico de drogas, o reconhecimento dessas mortes é ainda mais complexo. Qual a solução?

A especialista destaca:

  • A necessidade urgente de políticas públicas que reconheçam todas as formas de violência de gênero.
  • Inclusão de todas as vítimas nas estratégias de proteção e prevenção.
  • Conscientização social para desmistificar e identificar casos de feminicídio.

Com essas medidas, o Brasil pode dar passos significativos rumo a um futuro mais seguro e igualitário para mulheres e meninas. Este é só o início de uma transformação que pretende tornar o feminicídio uma realidade nunca mais aceita pela sociedade.



Com informações da Agência Brasil

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