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BRASIL

Brasil pede à OMS inclusão de CID de feminicídio

O Ministério da Saúde do Brasil deu um passo importante em busca de justiça e reconhecimento ao solicitar à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão do feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Esta medida destina-se a dar visib

05/03/2026

05/03/2026

O Ministério da Saúde do Brasil deu um passo importante em busca de justiça e reconhecimento ao solicitar à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão do feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Esta medida destina-se a dar visibilidade aos trágicos óbitos de mulheres provocados por desigualdade de gênero, até então registrados genericamente como agressões. Mas, você sabe o que isso realmente significa e como pode afetar as políticas públicas?

Atualmente, a violência contra mulheres é reconhecida pela OMS como um sério problema de saúde pública e um flagrante desrespeito aos direitos humanos. No Brasil e globalmente, essa realidade exige ações concretas. Então, o que podemos esperar com essa nova classificação? Vamos entender o que está em jogo e como essa mudança pode impactar na luta contra o feminicídio.

Por que classificar o feminicídio como doença na CID-11?

O feminicídio, se aprovado para a CID-11, passa de um relato isolado a um reconhecimento internacional como uma condição de saúde. Esse reconhecimento pode transformar a forma como profissionais de saúde, governos e entidades internacionais lidam com a violência contra a mulher.

  • Aumenta a visibilidade dos casos.
  • Melhora a notificação e o registro de dados.
  • Amplia a responsabilidade dos profissionais da saúde.

Qual a importância de uma forte deliberação da OMS?

Se aceita, essa medida precisa da deliberação técnica da OMS e de seus Estados-membros. A aprovação significa que a classificação será adotada mundialmente, passando a integrar políticas de saúde e ações sociais ao redor do mundo.

O que revela a aprovação nacional e internacional do feminicídio no CID?

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a mudança "dá um reforço muito grande na capacidade de notificação" e facilita a coleta de dados. É um esforço que não só qualifica as notificações no Brasil, mas beneficia uma compreensão global do problema.

Qual o próximo passo?

Agora, segue-se o esforço contínuo do Brasil em firmar essa decisão na próxima assembleia-geral da OMS. A expectativa é de que a contribuição brasileira inspire mudanças robustas em diversos países, abrindo caminho para uma abordagem mais eficaz e informada na luta contra a crise global de feminicídios.

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Com informações da Agência Brasil

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