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BRASIL

Adolescente envolvido em estupro coletivo no Rio se entrega à polícia

Um adolescente de 17 anos envolvido em um caso chocante de estupro coletivo se entregou hoje à polícia na 54ª Delegacia de Belford Roxo, Rio de Janeiro. Este é um capítulo crítico no desdobramento de um crime brutal ocorrido em janeiro deste ano, que abal

Um adolescente de 17 anos envolvido em um caso chocante de estupro coletivo se entregou hoje à polícia na 54ª Delegacia de Belford Roxo, Rio de Janeiro. Este é um capítulo crítico no desdobramento de um crime brutal ocorrido em janeiro deste ano, que abalou Copacabana e levou à apreensão de cinco jovens acusados.

Agora, todos os indiciados estão sob custódia, incluindo os jovens de 18 e 19 anos que foram presos durante a semana. O adolescente, por sua vez, responderá por ato infracional similar ao crime de estupro. Cinco mandados de prisão foram emitidos no fim de fevereiro, mas a situação só se completou hoje com a entrega do último suspeito jovem.

Como os suspeitos foram capturados?

Durante a semana, a polícia agiu rapidamente para capturar os envolvidos. Na terça-feira, Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho se apresentaram. Um dia depois, foi a vez de Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti. A justiça está buscando respostas e agindo para punir os responsáveis por esse crime hediondo ocorrido em um conhecido bairro do Rio.

O que levou à denúncia de novos crimes?

Este caso ganhou visibilidade e incentivou outras vítimas a também denunciarem seus agressores. A Polícia Civil abriu mais dois inquéritos após a coragem de várias pessoas que, inspiradas pela ação da mídia e da polícia, vieram à frente para relatar abusos a que foram submetidas. As denúncias lançam luz sobre um problema maior, incentivando uma reação em cadeia contra a impunidade.

“Ao tomarem conhecimento do caso pela mídia e vendo o resultado do trabalho da Polícia Civil, outras vítimas se sentiram encorajadas e procuraram a delegacia para denunciar outros crimes vinculados aos envolvidos”, diz o comunicado oficial da polícia.

Incertezas em torno do processo judicial

Apesar do progresso, a defesa de João Gabriel Xavier Bertho contestou, negando sua participação no crime. Até agora, não houve posição das defesas dos demais acusados, mas a Agência Brasil mantém-se aberta para incluir outras perspectivas. A investigação continua, e as autoridades buscam esclarecer todos os aspectos destes atos repugnantes.

O canal da Agência Brasil está aberto para atualizações no WhatsApp, informando diretamente o público sobre os avanços deste caso e outros temas relevantes.

Como tudo começou?

A origem deste crime remonta a uma mensagem enviada por um dos adolescentes envolvidos, que estudava na mesma escola da vítima. Ele a convidou para a casa de um amigo, mas suas intenções eram outras. Lily, nome ficcional da vítima, foi corajosa ao recusar suas insinuações no local, mas lamentavelmente foi levada à força a um quarto, onde sofreu horrores de violência física e psicológica. A Agência Brasil segue em busca de justiça e mais informações sobre este caso que choca pela brutalidade.

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Com informações da Agência Brasil

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