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BRASIL

MG: Novo PAC terá obras para prevenção de desastres na Zona da Mata

Imagine a seguinte situação: um evento climático se aproxima e é preciso agir rápido para evitar desastres na sua região. Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu recentemente na Zona da Mata mineira, onde chuvas intensas provocaram danos consideráveis

09/03/2026

09/03/2026

Imagine a seguinte situação: um evento climático se aproxima e é preciso agir rápido para evitar desastres na sua região. Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu recentemente na Zona da Mata mineira, onde chuvas intensas provocaram danos consideráveis. Mas, há uma luz no fim do túnel: o ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou ações do Novo PAC para prevenir futuros desastres. A notícia surge em um momento crucial, com obras planejadas para conter as forças da natureza e proteger as comunidades locais.

O anúncio ocorreu durante uma visita a Juiz de Fora e Ubá, cidades fortemente afetadas pelas chuvas. Junto ao ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Rui Costa destacou a importância de projetos como contenção de encostas e macrodrenagem. Essas iniciativas são complexas e exigem tempo para a elaboração de um planejamento eficiente e seguro.

Quais são as principais ações para evitar novos desastres?

Durante a visita a Juiz de Fora, Rui Costa enfatizou que, embora algumas obras possam demorar devido à complexidade, cabe às autoridades garantir que ações de contenção e macrodrenagem sejam conduzidas com cuidado. A sondagem dos terrenos é essencial para determinar as melhores medidas de prevenção, segundo o ministro.

"São áreas de encostas instáveis e que precisam de uma sondagem em cada área dessa, botar a maquininha lá, furar, ver qual a qualidade do solo, precisa ter um projeto. As obras de reparo que podem ser feitas dentro do prazo de seis meses, essas serão incorporadas dentro da Defesa Civil do Ministério da Integração."

O que as equipes técnicas vão fazer a seguir?

As equipes técnicas têm um papel crucial nas próximas etapas. Elas começarão suas visitas aos locais mais afetados para definir as intervenções necessárias em cada caso específico. Embora os custos dessas obras ainda não tenham um valor exato, estima-se que alcançarão centenas de milhões de reais, dada a dimensão do desastre climático.

Quais recursos financeiros estão previstos?

Nesta segunda-feira, o presidente Lula editou uma terceira medida provisória, com recursos de R$ 266 milhões através de crédito extraordinário. Na última sexta-feira, outras duas medidas foram publicadas, beneficiando as famílias atingidas na Zona da Mata, com um montante acima de R$ 500 milhões disponível em financiamento. O auxílio habitacional é uma das prioridades, como explicou Waldez Góes, abordando diferentes formas de suporte aos desabrigados.

"Seja compra assistida, seja linha de financiamento para quem está em posição mais aquinhoada. O auxílio emergencial, porque quem vai comprar um apartamento através da compra assistida, o governo federal vai pagar os R$ 200.000, vai receber doado pelo governo federal e tem R$ 7.300 para comprar provavelmente alguns equipamentos, geladeira, fogão, cama, roupa de cama, né, para esse novo apartamento."

Quando começam as obras emergenciais?

Obras emergenciais de reparo, estimadas em cerca de R$ 60 milhões para cada cidade, já estão no plano de ação. Em Ubá, por exemplo, um projeto bem-elaborado é necessário para controlar o volume de água do Rio Ubá, evitando novas enchentes e danos à cidade.

Durante a visita, uma parada no Morro do Cristo permitiu aos ministros observar de perto a extensão do dano. A comitiva também passou pela Estrada Engenheiro Gentil Forn, que conecta a Cidade Alta à Universidade Federal de Juiz de Fora e outros bairros importantes.

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Com informações da Agência Brasil

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