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ECONOMIA

Petrobras tem nova diretora de Transição Energética e Sustentabilidade

A Petrobras acaba de escrever um novo e importante capítulo em sua história ao nomear Angélica Garcia Cobas Laureano como sua nova diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade. Essa decisão não só fortalece a posição das mulheres na alta

13/07/2025

13/07/2025

A Petrobras acaba de escrever um novo e importante capítulo em sua história ao nomear Angélica Garcia Cobas Laureano como sua nova diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade. Essa decisão não só fortalece a posição das mulheres na alta administração da empresa, como também destaca o compromisso da Petrobras com a diversidade e equidade de gênero. Entre os nove integrantes da diretoria, agora há cinco mulheres, e, pela primeira vez, a administração é composta por mais mulheres do que homens.

Essa nova formação na liderança sublinha a estratégia de vanguarda da Petrobras no mercado brasileiro, especialmente num momento em que um estudo da B3 revelou que apenas 6% das empresas listadas na bolsa possuem três ou mais mulheres em seus cargos de direção. Essa mudança pode ser um marco para inspirar outras mulheres a buscar posições de liderança!

O que a nova diretoria representa para a Petrobras?

Com a chegada de Angélica Laureano, a Petrobras reafirma seu claro compromisso com a transição energética e a sustentabilidade. A diretoria de Transição Energética e Sustentabilidade, constituída em abril de 2023, centraliza esforços em várias frentes, como gás e energia, mudanças climáticas e energias renováveis. Mais do que isso, trabalha em estreita colaboração com outras divisões da companhia para desenvolver e implementar projetos inovadores nessa área.

Quais são os planos de Angélica Laureano?

“Seguiremos investindo fortemente em projetos de descarbonização, na produção de combustíveis mais sustentáveis e na diversificação de fontes de energia renovável. Como líderes na transição energética, reiteramos o compromisso de zerar nossas emissões operacionais, o net zero, até 2050”, destaca Angélica Laureano.

Angélica traz consigo uma bagagem rica de experiências na Petrobras. Sua trajetória na empresa inclui passagens pelas áreas de Materiais, Abastecimento, Gás e Energia. Além disso, ela já esteve à frente da Gaspetro e, antes de retornar à Petrobras, comandava a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil SA.

Como a presença feminina pode impactar o setor de petróleo e gás?

A atual presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defende que “o ambiente de trabalho é mais saudável e produtivo quando há diversidade na equipe.” Essa afirmação não só destaca a importância da inclusão como também visa servir de inspiração para que outras mulheres persigam posições de liderança, especialmente num setor ainda muito dominado por homens. Aumentar a presença feminina na indústria de petróleo e gás é mais do que uma questão de equidade; é uma estratégia de inovação e competitividade.



Com informações da Agência Brasil

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