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ECONOMIA

"Mundo está ávido para fazer negociação com o Brasil", afirma Lula

Com as novas e surpreendentes medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Plano Brasil Soberano surge como uma resposta firme às recentes políticas tarifárias dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, dia 13, Lula assinou uma medida prov

13/08/2025

13/08/2025

"Mundo está ávido para fazer negociação com o Brasil", afirma Lula

Com as novas e surpreendentes medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Plano Brasil Soberano surge como uma resposta firme às recentes políticas tarifárias dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, dia 13, Lula assinou uma medida provisória (MP) que pode mudar o cenário para as empresas brasileiras que foram impactadas por essas mudanças nas exportações. Entre as estratégias apresentadas, estão a criação de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, alterações nas regras do seguro de crédito à exportação e fundos garantidores, além de prorrogações fiscais.

Enquanto a Polícia Internacional se concentra na política de comércio exterior brasileira, a administração atual deixa claro seu compromisso com a criatividade e inovação frente a crises econômicas. Ao contrário de adotar medidas retaliatórias, a abordagem do governo visa a abertura de novos mercados e o fortalecimento das relações econômicas internacionais. "A crise existe para a gente criar novas coisas", destacou Lula, reforçando a ideia de que o Brasil deve se adaptar e prosperar nessas circunstâncias.

O que é o Plano Brasil Soberano?

O tão comentado tarifaço americano, que afeta 35,9% das mercadorias que o Brasil exporta para os Estados Unidos, levou o governo brasileiro a responder com o Plano Brasil Soberano. A iniciativa visa mitigar os impactos dessa medida, que compromete 4% das exportações brasileiras. A MP, já em vigor, precisa ser aprovada pelo Congresso em 120 dias para continuar válida. Este plano não só promete resguardar as empresas prejudicadas, mas também estimular novas oportunidades comerciais para a nação.

Como a medida provisória impacta o comércio exterior brasileiro?

Os repasses financeiros e o suporte previsto pelo governo têm a intenção de proteger especialmente os exportadores mais vulneráveis. Com uma linha de crédito robusta, os setores mais afetados podem ter acesso aos recursos necessários para enfrentar o aumento tarifário. O governo também está empenhado em facilitar o crédito para pequenas e médias empresas, condição essencial para manter seus quadros de funcionários e operar sem um colapso econômico.

Será que o Brasil buscará a reciprocidade com os EUA?

No atual momento de tensão diplomática, Lula deixa claro que a intenção do governo é buscar novos parceiros e não alimentar um distanciamento econômico. A estratégia de mercado do Brasil se concentra em diversificar suas relações comerciais e solidificar parcerias com países do Brics, como a China e a Índia. "Nós somos negociadores", afirmou Lula, ressaltando os esforços para fortalecer as relações comerciais em todo o globo.

Quais são as repercussões políticas das sanções americanas?

As sanções dos Estados Unidos são vistas por especialistas como uma manobra política destinada a enfraquecer o Brics, que cresce como um contra-peso à hegemonia norte-americana. Por mais desafiadora que seja essa situação, Lula reafirma a soberania brasileira e a determinação da nação em avançar sem se prender ao passado. Com um discurso voltado para novas oportunidades, o presidente enfatiza que a ordem do dia é avançar em novas direções comerciais.

Como o governo está protegendo os exportadores brasileiros?

Dentre as estratégias econômicas, uma medida de destaque é a extensão do uso do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Reintegra), que agora terá uma alíquota especial até 2026. Além disso, a prorrogação do drawback ajudará as empresas a cumprir suas metas de exportação sem sofrer com multas. Este conjunto de medidas encerra qualquer índice de isolamento e aponta para a inovação e reinserção intensificada do Brasil na economia global.

Enquanto o governo prossegue com essas ações, as empresas podem aguardar um cenário de adaptação e resiliência. A mensagem é clara: ao invés de lamentar pelos negócios perdidos, é hora de procurar novas fronteiras e revitalizar laços comerciais existentes.



Com informações da Agência Brasil

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