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ECONOMIA

Preço da cesta básica cai em 15 das 27 capitais em julho

Recentemente, o preço dos alimentos básicos ofertados nas capitais brasileiras apresentou variações marcantes. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), essa é a

20/08/2025

20/08/2025

Recentemente, o preço dos alimentos básicos ofertados nas capitais brasileiras apresentou variações marcantes. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), essa é a primeira pesquisa que abrange todas as 26 capitais e o Distrito Federal. Até então, eram analisadas somente 17 capitais. Que tal entender mais sobre o que impulsiona essas mudanças nos preços?

Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Campo Grande registraram as maiores quedas no preço da cesta básica em julho. Já no Nordeste, as cidades de Recife, Maceió, Aracaju, João Pessoa, Salvador, Natal e São Luís enfrentaram altas significativas. A dinâmica dos preços revela um cenário de contrastes. Acompanhe a seguir mais detalhes sobre essas oscilações tão importantes para o seu orçamento diário.

Qual é o panorama das capitais brasileiras quanto aos preços da cesta básica?

São Paulo lidera com o preço mais alto (R$ 865,90), seguida de Florianópolis e Porto Alegre. Comparando, as cidades do Norte e Nordeste, como Aracaju e Maceió, apresentaram os valores mais baixos. Essa discrepância estatística ajuda a desenhar um cenário econômico para cada região, revelando também desigualdades na acessibilidade aos alimentos.

O que muda do ano passado para cá?

A comparação entre julho de 2024 e julho de 2025 demonstra alta de preços nas 17 capitais pesquisadas anteriormente, com Recife liderando com um aumento de 19,5%. Considerando o acumulado do ano até julho, também houve aumento, com Recife apresentando a maior taxa.

Salário mínimo é suficiente para cobrir os custos?

Com base no cálculo da cesta mais cara, que é a de São Paulo, o Dieese indicou que o salário mínimo deveria ser de R$ 7.274,43, bem acima dos R$ 1.518 atuais, para cobrir as necessidades básicas de uma família de quatro pessoas. Isso, considerando alimentação, moradia, saúde, entre outros. Esse dado reflete um desafio diário para muitos brasileiros.

Quais produtos tiveram variação expressiva?

No segmento de alimentos, o destaque vai para o arroz, que caiu de preço em quase todas as capitais, exceto em Recife. Já o feijão teve redução em grande parte do país, com preços do grão preto em queda no Sul e Sudeste, enquanto o carioca aumentou ligeiramente em poucas localidades. O café em pó também viu o preço diminuir em 21 das 27 cidades, sendo Belo Horizonte o destaque com a maior queda.

Como a oscilação da carne bovina impacta seu bolso?

O preço da carne bovina de primeira variou entre alta e queda em diferentes capitais. Boa Vista e Salvador registraram aumento, enquanto Belém apresentou a queda mais significativa. Com a intensa demanda externa, o cenário brasileiro foi pressionado, influenciado também por novas tarifas nas exportações.

Com essas informações, conclui-se que entender a flutuação dos preços dos alimentos básicos é essencial para ajustar o orçamento. Acompanhar as novidades pode ser um passo fundamental para uma melhor gestão financeira pessoal. Fique atento às pesquisas e prepare-se para as oscilações econômicas dos próximos meses.



Com informações da Agência Brasil

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