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ECONOMIA

Cade aprova incorporação da BRF pela Marfrig

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), dentro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, emitiu uma decisão que chama atenção: a aprovação da incorporação da BRF pela multinacional Marfrig, sem imposição de restrições. Isso aconteceu nes

05/09/2025

05/09/2025

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), dentro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, emitiu uma decisão que chama atenção: a aprovação da incorporação da BRF pela multinacional Marfrig, sem imposição de restrições. Isso aconteceu nesta sexta-feira (5), e não é só uma fusão qualquer. Mas o que isso significa para o mercado de alimentos e, principalmente, para você, consumidor?

Com essa operação, a Marfrig passa a controlar todas as ações da BRF, anteriormente não geridas por ela. Aos antigos acionistas da BRF, em troca, são oferecidos papéis da própria Marfrig. É uma dança das cadeiras que impacta diretamente o setor alimentício, mas que segundo o Cade, não causa preocupações nos mercados onde as empresas têm atuação sobreposta.

O que a decisão do Cade realmente significa?

Bem, segundo a autarquia, não há ameaça às condições de concorrência. O Cade garante que a participação combinada das duas empresas em mercados onde ambas oferecem produtos similares é inferior a 20%. Esse número, conforme critérios econômicos, não alcança uma posição dominante.

Quais são os impactos nos mercados verticalmente integrados?

Nos mercados onde as atividades das empresas se complementam, a história não é muito diferente. O Cade observou que a participação de cada firma é menos que 30%, reduzindo significativamente a chance de que alguém trave o mercado.

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Quem são as gigantes que agora formam um novo grupo?

A Marfrig é conhecida internacionalmente como uma potência na produção de alimentos baseados em proteína animal, notadamente bovina. Isso inclui desde hambúrgueres até uma diversificada gama de pratos prontos para o consumo. Por outro lado, a BRF é um verdadeiro império na criação e processamento de aves e suínos, além de estar à frente na industrialização e distribuição de carnes in natura e produtos processados, como massas e margarinas.

Com essa união, o que se espera é uma potencialização das capacidades de ambas, tornando suas marcas ainda mais fortes e dominantes no setor. A grande pergunta que fica é: como isso afetará o dia a dia dos consumidores e o que mais podemos esperar dessa fusão no futuro?



Com informações da Agência Brasil

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