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ECONOMIA

Bolsa volta a bater recorde, apesar de pressões do exterior

Hoje foi um dia marcante para o mercado financeiro brasileiro. Em meio a tensões internacionais, a bolsa brasileira não só resistiu como quebrou mais um recorde histórico. Isso me lembra como a economia é um verdadeiro campo de batalha, onde nossas estrat

06/11/2025

06/11/2025

Hoje foi um dia marcante para o mercado financeiro brasileiro. Em meio a tensões internacionais, a bolsa brasileira não só resistiu como quebrou mais um recorde histórico. Isso me lembra como a economia é um verdadeiro campo de batalha, onde nossas estratégias são testadas diariamente. E para aqueles sentados na primeira fila, o dólar também trouxe boas notícias, ao cair novamente em razão da expectativa de juros altos no Brasil, cenário que deve perdurar por algum tempo.

Imagine a cena hoje na B3: o Ibovespa encerrou esta quinta-feira (6) aos 153.338 pontos com uma leve alta de 0,03%. Por volta das 11h da manhã, tudo parecia seguir por águas calmas com um aumento de 0,69%, mas, à tarde, o cenário mudou. O índice inverteu sua trajetória para apenas nos últimos minutos retomar positividade, marcando o nono recorde seguido da bolsa e a incrível sequência de 12 altas consecutivas, um feito raro desde 1997.

O que está por trás da queda do dólar?

Falando em dólar, o dia também trouxe um alívio no câmbio. O dólar comercial foi vendido a R$ 5,348, marcando um recuo de 0,24%. Mas por que esse movimento aconteceu? O dólar flutuou ao longo do dia, atingindo R$ 5,33 pela manhã e R$ 5,36 à tarde, antes de cair novamente. Esse comportamento é bastante influenciado por comunicados e decisões políticas, como a do Comitê de Política Monetária (Copom) que recentemente reforçou a manutenção da taxa de juros básicos em 15% ao ano.

Como as tensões internacionais afetam nossos mercados?

Mas nem tudo são flores. As tensões externas continuam a ser uma sombra sobre nossos mercados. Neste caso, a queda das commodities impactou negativamente a bolsa, embora o Ibovespa tenha conseguido se recuperar. É como andar numa corda bamba, um balanço precário que precisa ser constantemente ajustado.

Por que isso acontece? Principalmente pela divulgação de balanços trimestrais de grandes empresas que, mesmo em tempos de crise, conseguem oferecer resultados que acalmam o mercado.

Por fim, o comunicado do BC, reafirmando os elevados juros, tem sido um ponto positivo na atração de capitais externos, que buscam se beneficiar do diferencial de taxas entre o Brasil e outros grandes players, como os Estados Unidos. Essa diferença pode ser uma faca de dois gumes, mas, por ora, trouxe mais solidez ao mercado cambial brasileiro.

Fonte: Reuters



Com informações da Agência Brasil

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