Euforia no mercado financeiro: A bolsa de valores superando os 155 mil pontos e o dólar em queda. O mercado financeiro está passando por um momento de entusiasmo, com a bolsa subindo pela 14ª vez consecutiva, quebrando recordes ao ultrapassar a marca dos 155 mil pontos. O dólar, por outro lado, registrou uma queda significativa, atingindo o menor valor desde setembro. Esse movimento positivo desperta a curiosidade de muitos, especialmente em meio às expectativas de fim do shutdown nos Estados Unidos.
O Ibovespa e suas marcas históricas: A segunda-feira (10) foi marcada por números expressivos para o índice Ibovespa, que encerrou o dia com 155.257 pontos, uma alta de 0,77%. As ações de petroleiras, mineradoras e bancos puxaram o desempenho, que, além de posicionar o índice em um novo recorde, já está perto de repetir a sequência de 15 altas ocorrida em 1994, às vésperas do lançamento do Plano Real.
Por que o dólar está em queda?
O cenário cambial também refletiu o otimismo, com o dólar comercial fechando a R$ 5,307, uma queda de 0,55%. A moeda americana está, atualmente, no menor valor desde 23 de setembro. Em 2025, já acumula uma desvalorização de 14,12%. Mas quais são os fatores que desencadearam essa queda? Tudo indica que o mercado reagiu ao contexto político e econômico dos Estados Unidos e ao desempenho do mercado internacional.
Como fatores internacionais afetam o Brasil?
No panorama internacional, a expectativa de término do shutdown nos EUA, graças a um acordo no Senado, impulsionou as bolsas por lá e exercitou pressão para a queda do dólar globalmente. A repercussão dessa notícia positiva foi imediata aqui no Brasil, alinhando-se às alterações nos nossos índices e na valorização da bolsa.
O que esperar daqui para frente?
Agora, o foco está na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que será divulgada nesta terça-feira (11). A leitura dessa ata será crucial para os investidores, que buscam sinais sobre a futura redução da Taxa Selic. Há uma expectativa que, caso a inflação de outubro tenha ficado abaixo do esperado, o Copom possa antecipar os cortes na Selic de março para janeiro do ano seguinte.
Acompanhando essas dinâmicas, muitos se perguntam: que impacto esse cenário pode ter no seu dia a dia, no custo de vida e nas oportunidades de investimento? Juros mais baixos podem levar a uma migração de capital para a bolsa, gerando novas possibilidades de retorno para investidores atentos e informados.
* com informações da Reuters
Com informações da Agência Brasil