Você já deve ter percebido como o mercado financeiro pode ser uma montanha-russa de emoções, não é mesmo? Pois é, depois de uma sequência impressionante de 15 dias de altas consecutivas, a bolsa de valores brasileira finalmente teve que desacelerar um pouco. Mas calma, não foi nada muito alarmante: uma leve queda que interrompeu essa série de recordes.
Enquanto isso, o dólar também resolveu lembrar a todos da sua imprevisibilidade, subindo quase R$ 0,02 e se aproximando dos R$ 5,30. Isso aconteceu logo depois de ter alcançado o menor valor em quase um ano e meio no dia anterior. Quer saber o que exatamente aconteceu no meio desse cenário econômico cheio de altos e baixos? Vamos entender melhor cada um dos pontos.
Por que a bolsa caiu após 15 dias de alta?
O dia começou com expectativas no Ibovespa, que abriu acima dos 158 mil pontos. No entanto, conforme a tarde avançava, viu-se uma queda de 0,74% às 14h23. O fechamento marcou um recuo modesto de 0,07%, aos 157.633 pontos. Amplie sua perspectiva: a última vez que vimos algo parecido foi entre dezembro de 1993 e janeiro de 1994, quando a bolsa subiu por 19 sessões consecutivas.
A protagonista dessa queda foi, sem dúvida, a Petrobras. As ações mais negociadas do mercado sofreram recuos significativos devido à queda dos preços internacionais do petróleo, com ações ordinárias caindo 2,99% e ações preferenciais em 2,56%.
Como o dólar influenciou a economia?
Vamos falar do dólar. Na quarta-feira, foi vendido a R$ 5,29, marcando uma alta de R$ 0,019 ou 0,37%. Pela manhã, vimos a cotação cair para R$ 5,26, mas logo inverteu o movimento devido às pressões externas. As moedas de países emergentes, por sua vez, também enfrentaram desvalorização.
Apesar da alta do dia, em novembro a moeda americana já acumula uma queda de 1,64%, e uma impressionante redução de 14,34% ao longo deste ano.
Quer saber mais sobre como isso pode impactar sua vida financeira? Fique sempre de olho nas movimentações do mercado, pois aqui, mudanças acontecem rapidamente e podem significar tanto riscos quanto oportunidades.
* Com informações da Reuters
Com informações da Agência Brasil