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ECONOMIA

BRB nega bloqueio de bens após operação da PF

Banco de Brasília (BRB) esclarece bloqueio de bens.Nesta terça-feira (18), o Banco de Brasília (BRB) veio a público para esclarecer uma confusão que levantou muitas sobrancelhas: apesar das notícias sobre um bloqueio de R$ 12,2 bilhões decorrente da Opera

18/11/2025

18/11/2025

Banco de Brasília (BRB) esclarece bloqueio de bens.

Nesta terça-feira (18), o Banco de Brasília (BRB) veio a público para esclarecer uma confusão que levantou muitas sobrancelhas: apesar das notícias sobre um bloqueio de R$ 12,2 bilhões decorrente da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, as finanças do BRB não estão na mira. Este comunicado vem justamente para acalmar seus clientes e investidores sobre a situação do banco.

A instituição explicou que a Justiça Federal especificou que o bloqueio determinado não se estende ao BRB, mas sim a indivíduos e a outras empresas sob investigação. Com o mercado sempre atento a cada passo da operação, surge a dúvida: como o BRB conseguiu essa isenção e qual o impacto para seus clientes?

Pessoas físicas são o foco na operação Compliance Zero?

Segundo o BRB, foi a própria 10ª Vara Federal de Brasília que corrigiu uma decisão anterior. Nessa correção, ficou claro que o bloqueio não é aplicado à instituição financeira per se, mas sim a indivíduos investigados. O BRB, portanto, foi "excluído das medidas de constrição patrimonial" relacionadas ao bloqueio.

Como o BRB está lidando com a situação?

Mesmo diante da turbulência, o BRB assegura que nenhum de seus bens ou valores foi congelado. A instituição, comprometida com a transparência e o rigor das normas, garante que continua operando normalmente e está empenhada em manter sua imagem íntegra no sistema financeiro nacional. Ainda assim, seus dirigentes são mantidos sob escrutínio intenso, assegurando uma gestão responsável.

Afastamento de dirigentes impacta a confiança no banco?

Outro ponto relevante é o afastamento temporário de líderes como Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, e Dario Oswaldo Garcia Júnior, diretor de Finanças. Mesmo com essa troca de cadeiras, o compromisso com a governança continua intacto. O governo do Distrito Federal já sinalizou um substituto: Celso Eloi de Souza Cavalhero, que precisa ainda do aval da Câmara Legislativa. A expectativa é de que a transição ocorra sem percalços, mantendo a serenidade dos investidores.



Com informações da Agência Brasil

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