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ECONOMIA

Fim do Master: trabalhadores e 12 milhões de clientes serão afetado

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região anunciou, nesta quarta-feira (19), que a liquidação do Banco Master pelo Banco Central deve afetar diretamente 515 funcionários e atingir a vida financeira de 12 milhões de clientes. Além disso, o im

19/11/2025

19/11/2025

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região anunciou, nesta quarta-feira (19), que a liquidação do Banco Master pelo Banco Central deve afetar diretamente 515 funcionários e atingir a vida financeira de 12 milhões de clientes. Além disso, o impacto pode se estender ao Will Bank, pertencente ao mesmo conglomerado. Isso já levanta questionamentos quanto ao futuro desses trabalhadores e usuários do sistema financeiro.

O sindicato assegurou que está vigilante, exigindo clareza nas informações e zelando para que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e as leis. Essa posição reflete a preocupação contínua em assegurar que nenhuma ação tomada prejudique quem de fato não possui culpa na má administração de terceiros. O que estará em jogo agora é a capacidade das entidades de protegerem esses funcionários em tempos de incertezas. Vamos entender como essa história se desenrola.

O que aconteceu com o Banco Master?

Na terça-feira (18), o Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Banco Master, ação que surgiu no escopo da Operação Compliance Zero. Mas por que isso aconteceu? A operação visava investigar fraudes como a emissão de títulos de crédito falsos, denunciando ações ilegais dentro do Sistema Financeiro Nacional. A situação tomou proporções importantes e culminou em medidas extremas, incluindo prisões.

Quais foram as consequências imediatas?

Entre as primeiras consequências da liquidação, viu-se a prisão do dono do banco, Daniel Vorcaro, em Guarulhos, sinalizando o quanto as investigações são profundas e amplas. Além disso, a situação também impôs o afastamento do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do diretor de Finanças e Controladoria, Dario Oswaldo Garcia Junior. Essas remoções estiveram em linha com a busca por esclarecimentos sobre responsabilidades na administração do banco.

O que isso representa para o setor bancário?

A notícia trouxe um alerta sobre os possíveis riscos e desventuras em fusões e aquisições no setor bancário brasileiro. Em março deste ano, o BRB demonstrou interesse em comprar o Master por R$ 2 bilhões, mas a transação não foi aprovada pelo Banco Central. Esse revés ilustra como transações aparentemente estratégica precisam ser examinadas sob múltiplos ângulos.

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior



Com informações da Agência Brasil

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