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ECONOMIA

Bolsa sobe 1,7% e bate recorde com cenário externo favorável

Um dia memorável para o mercado financeiro: a bolsa alcança novos patamares e o dólar continua sua série de quedas, beneficiado por um cenário externo favorável. Será que essa tendência vai se manter?Nesta quarta-feira, dia 26, o índice Ibovespa da B3 sur

26/11/2025

26/11/2025

Um dia memorável para o mercado financeiro: a bolsa alcança novos patamares e o dólar continua sua série de quedas, beneficiado por um cenário externo favorável. Será que essa tendência vai se manter?

Nesta quarta-feira, dia 26, o índice Ibovespa da B3 surpreendeu ao fechar com 158.555 pontos, marcando um aumento de 1,7% e estabelecendo um novo recorde de fechamento. Esta valorização foi puxada por um ambiente externo mais animador e pela reanimação das expectativas de cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos em 2025. Esses fatores vêm atraindo capital estrangeiro, potencializando o investimento nos mercados emergentes, como o brasileiro.

O que está acontecendo com o dólar?

A moeda norte-americana também refletiu essa tendência de otimismo no mercado. No fechamento do dia, a cotação à vista estava em R$ 5,335, uma queda de R$ 0,041, ou 0,77%. Apesar de algumas oscilações ao longo do dia, o dólar fechou o pregão próximo das suas mínimas, completando assim três dias consecutivos de desvalorização. A seguir, uma reflexão sobre o que pode acontecer com a cotação do dólar dado esse cenário de mercado dinâmico.

Por que os juros nos EUA impactam o Brasil?

Espera-se que o Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos possa reduzir os juros ainda em dezembro, o que tem gerado um fluxo de capital para economias emergentes, incluindo o Brasil. Quando as taxas nas economias desenvolvidas caem, investidores tendem a procurar mercados que oferecem melhores retornos, portanto, com taxas mais baixas lá fora, o Brasil se torna um destino mais atraente para esses capitais.

Como a inflação interna interfere no cenário econômico?

No cenário nacional, as expectativas de inflação também têm seu peso. A prévia da inflação oficial, conhecida como IPCA-15, registrou 0,2% em novembro. Esse dado positivo expôs uma chance concreta de que o Banco Central do Brasil, inicie a redução da Taxa Selic já em janeiro. Com isso, a taxa de inflação acumulada em 12 meses segue em 4,5%, retornando ao teto da meta estabelecida, fato que pode redirecionar investimentos, estimulando o mercado de ações local.

Crédito: informações adicionais providas pela Reuters.



Com informações da Agência Brasil

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