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ECONOMIA

Inflação da comida em casa cai 0,2% em novembro, sexto recuo seguido

Novembro trouxe notícias positivas para o seu bolso: o preço dos alimentos consumidos em casa caiu 0,2%, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicando a sexta redução mensal consecutiva. Com isso, a inflação do mês fico

10/12/2025

10/12/2025

Novembro trouxe notícias positivas para o seu bolso: o preço dos alimentos consumidos em casa caiu 0,2%, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicando a sexta redução mensal consecutiva. Com isso, a inflação do mês ficou em 0,18%, retornando ao limite da meta governamental.

Essas informações, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira, revelam um panorama de alívio para os consumidores brasileiros, especialmente aqueles entre 25 e 45 anos, que arcam com despesas significativas no mercado doméstico. Mas o que levou a este resultado e como isso impacta você?

Como a inflação dos alimentos em casa evoluiu nos últimos meses?

Desde junho, a inflação da alimentação no domicílio segue uma trajetória de queda, com os seguintes índices mensais:

  • Junho: -0,43%
  • Julho: -0,69%
  • Agosto: -0,83%
  • Setembro: -0,41%
  • Outubro: -0,16%
  • Novembro: -0,20%

Com isso, o índice chegou a 1,29% no acumulado do ano e a 2,48% nos últimos 12 meses, o nível mais baixo desde fevereiro de 2024.

Por que alguns alimentos ficaram mais baratos?

Vários produtos apresentaram reduções significativas em dezembro. Entre eles, destacam-se:

  • Tubérculos, raízes e legumes: -2,77%
  • Leites e derivados: -2,27%
  • Cereais, leguminosas e oleaginosas: -2,22%
  • Bebidas e infusões: -0,45%
  • Aves e ovos: -0,39%

Além disso, itens como tomate (-10,38%), leite longa vida (-4,98%), arroz (-2,86%) e café moído (-1,36%) também tiveram baixas consideráveis.

O que aconteceu com a alimentação fora de casa?

Enquanto a comida em casa ficou mais barata, a alimentação fora do lar subiu 0,46% no mês, totalizando 7,60% de alta nos últimos 12 meses.

Considerando juntos a alimentação no domicílio e fora dele, o grupo "alimentos e bebidas" apresentou um pequeno declínio de 0,01% em novembro, após várias quedas nos meses anteriores, exceto outubro.

Qual é o impacto disso no seu dia a dia?

Essas variações nos preços afetam diretamente o custo de vida das famílias, especialmente para quem consome grande parte dos itens que tiveram redução. Pesquisa feita pelo IBGE demonstra que o grupo "alimentos e bebidas" representa cerca de 15% da cesta de consumo familiar.

Manter-se informado sobre essas mudanças é essencial para planejar suas compras e gerir seu orçamento doméstico com mais eficiência.

Tabela de inflação da alimentação

Com informações da Agência Brasil

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