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ECONOMIA

Relator do caso Banco Master no TCU determina inspeção do BC

Imagine que você está acompanhando de perto os desdobramentos da liquidação do Banco Master. O Tribunal de Contas da União (TCU) está de olho na situação e, para aprofundar a investigação, o ministro Jhonatan de Jesus solicitou uma inspeção mais detalhada

05/01/2026

05/01/2026

Imagine que você está acompanhando de perto os desdobramentos da liquidação do Banco Master. O Tribunal de Contas da União (TCU) está de olho na situação e, para aprofundar a investigação, o ministro Jhonatan de Jesus solicitou uma inspeção mais detalhada do Banco Central. Acontece que uma nota técnica enviada pela instituição financeira não trouxe todas as respostas desejadas, levantando ainda mais dúvidas sobre os procedimentos adotados.

Vital Rêgo, presidente do TCU, destacou que a autorização para a inspeção é parte de uma análise minuciosa já em curso. A busca é por uma compreensão completa dos "fundamentos técnico-jurídicos e operacionais" que guiaram a atuação do Banco Central. Tudo isso foi movimentado por uma representação do Ministério Público Federal que questionou falhas potenciais na supervisão do órgão sobre o Banco Master e suas entidades controladas. Afinal, o que realmente aconteceu?

Por que o Banco Master foi liquidado?

O Banco Central oficializou a liquidação extrajudicial do Banco Master em um movimento que ainda suscita muitas perguntas. Segundo informações, a nota técnica enviada ao TCU pretendia esclarecer essa decisão, mas frustrou Jhonatan de Jesus, não contendo os documentos necessários para apoiar os argumentos expostos.

Quais foram os pontos fracos da nota técnica do Banco Central?

Conforme relato de Jhonatan de Jesus, a nota não passou de uma "exposição sintética" com cronologia e fundamentações básicas, sem os documentos comprobatórios, como peças, notas internas e pareceres. Basicamente, faltou substância para validar as alegações feitas pelo Banco Central.

O que diz o Ministério Público Federal sobre a situação?

Os argumentos do MPF são claros e preocupantes: pode ter havido uma "omissão e insuficiência de reação tempestiva" aos sinais de degradação financeira do Banco Master. Se comprovado, isso significa que falhas na supervisão deixaram o sistema financeiro nacional mais vulnerável, arriscando os interesses de credores, investidores e o sólido funcionamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Sede do Banco Master

Com informações da Agência Brasil

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