O Ministério da Fazenda sorri ao apresentar os resultados da inflação de 2025. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano em 4,26%, superando expectativas e marcando a quinta menor taxa desde a implementação do Plano Real.
Dario Durigan, secretário-executivo interino do Ministério, celebra este momento de conquistas para a política econômica do país. Ele destaca que esse cenário reflete um ambiente de maior estabilidade econômica, alinhando-se às metas do governo de garantir a menor inflação já acumulada em um mandato presidencial desde a criação do real. Curioso para saber como isso impacta você? Continue lendo para descobrir.
Como a inflação de 2025 surpreendeu as expectativas?
Uma surpresa positiva que desafia previsões: em 2025, o IPCA atingiu 4,26%, menos do que muitos esperavam. Dario Durigan, representando a pasta durante as férias de Fernando Haddad, compartilha nas redes sociais que "os 4,26% são o menor IPCA desde 2018". Interessante é notar que, enquanto em 2018 o desemprego era de 11,6%, agora é de apenas 5,2%.
Quais foram os fatores para a inflação baixa?
Durigan destacou que, ao longo do primeiro semestre de 2025, o boletim Focus previa inflação de até 5,6%. No entanto, os resultados surpreenderam o mercado, ficando abaixo dessas previsões. A moderação nos preços dos alimentos, crescendo apenas 1,43% no ano, foi uma peça chave para essa significativa desaceleração.
Como a política econômica influenciou esses resultados?
Em 2025, para manter a inflação sob controle, houve uma política monetária contracionista com a taxa de juros em 15% ao ano, recorde desde 2006. O secretário de Políticas Econômicas, Guilherme Mello, reforça que a aliança estratégia entre política fiscal e monetária foi vital para conter as pressões inflacionárias.
Qual a visão do Ministério do Planejamento sobre o IPCA de 2025?
Simone Tebet, ministra do Planejamento, também reconheceu essa conquista. Em sua visão, a contenção da inflação tem um impacto direto no bem-estar da população. Ao reduzir o custo de vida, especialmente nos alimentos, o governo equilibra as economias das famílias brasileiras.
Por que a queda na inflação dos alimentos é essencial?
Tebet salienta que "fechar o ano com o IPCA em 4,26% é um marco", especialmente porque os preços dos alimentos cresceram apenas 2,95%, bem abaixo dos 7,69% de 2024. Isso melhora o poder de compra do consumidor, garantindo mais comida na mesa dos brasileiros e um aumento real no salário mínimo. Uma vitória para as famílias brasileiras, das quais não podemos nos esquecer.
Com informações da Agência Brasil