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ECONOMIA

Apex e Congresso articulam viagem na Europa por acordo Mercosul-UE

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, estão articulando uma missão oficial à Europa até março. O objetivo? Aumentar a pressão política para que o esperado acordo

22/01/2026

22/01/2026

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, estão articulando uma missão oficial à Europa até março. O objetivo? Aumentar a pressão política para que o esperado acordo entre o Mercosul e a União Europeia finalmente seja ratificado. Jorge Viana, presidente da Apex, confirmou essa iniciativa em uma coletiva recente, destacando a importância estratégica desse esforço diplomático.

Você já parou para pensar em como esse acordo influencia nossa economia? Pois é, Alcolumbre já indicou que sua aprovação será o foco central do Congresso quando retornarem do recesso. A ideia é simples: primeiro, acelerar a ratificação aqui no Brasil e nos países do Mercosul, para depois intensificar os esforços junto aos europeus. Quer saber mais sobre como essa história deve se desenrolar? Continue acompanhando.

Como a missão à Europa pode mudar os rumos do acordo?

A estratégia proposta inclui uma visita de parlamentares do Mercosul ao Parlamento Europeu, buscando uma articulação política de alto nível. Como Viana destacou, a abordagem será de "presidente de parlamento para presidente de parlamento". Você sabia que essa ação coordenada visa ratificar completamente o acordo pelo lado do Mercosul antes de se dirigir aos europeus? Isso revela a importância desse movimento político.

O combate aos estereótipos: qual a importância para o Brasil?

Paralelamente às visitas, a Apex também está preparando uma ofensiva de comunicação. O desafio é claro: modernizar a percepção sobre o Brasil entre eurodeputados e consumidores, enfrentando estereótipos ultrapassados. Não é segredo que a União Europeia é o segundo maior destino das nossas exportações, e cerca de 23% do nosso comércio bilateral vem do agronegócio. Mas isso está longe de ser uma simples questão agrícola, como muitos ainda pensam.

Viana acredita que parte da resistência ao acordo se baseia em percepções defasadas sobre o Brasil. "A imagem do Brasil mudou e precisa ser trabalhada lá fora", afirmou. E você, acha que essa reavaliação é necessária?

Quais produtos brasileiros podem ganhar espaço na Europa?

Um estudo da Apex revela que o Brasil poderia expandir suas exportações em 543 produtos, graças à desgravação tarifária imediata, num mercado que movimenta anualmente US$ 43,9 bilhões em importações da União Europeia. Surpreendente, não? A Europa Ocidental, por exemplo, concentra a maior parte das oportunidades, com 266 produtos. Nos últimos quatro anos, nossas exportações para essa região alcançaram, em média, US$ 831 milhões anuais. Quais regiões você acha que podem ser nossas próximas apostas?

A revisão jurídica: um novo desafio para o acordo?

Em meio a isso tudo, o Parlamento Europeu aprovou um pedido de revisão jurídica adicional do acordo, algo decidido recentemente após 26 anos de negociação. Esse passo não significa o fracasso do tratado, mas certamente adiciona uma nova camada de complexidade ao processo. O que você acha dessa resistência adicional? A decisão do Parlamento Europeu atende demandas por salvaguardas ambientais mais rigorosas, temas que, segundo o governo brasileiro, podem ameaçar o acordo como está.

Além de preocupações ambientais, Viana identificou a intervenção de lobbies agrícolas europeus, o que também complica a aceitação do acordo na Europa. Como você vê essas novas exigências e o impacto que elas podem ter na economia brasileira?

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Com informações da Agência Brasil

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