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ECONOMIA

Mais uma empresa obtém liminar contra nova regra do vale-alimentação

Pluxee e outras grandes empresas do segmento de vale-alimentação e vale-refeição estão em uma batalha judicial contra o decreto federal que regulamenta o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Apenas nos últimos seis dias, três empresas do setor co

27/01/2026

27/01/2026

Pluxee e outras grandes empresas do segmento de vale-alimentação e vale-refeição estão em uma batalha judicial contra o decreto federal que regulamenta o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Apenas nos últimos seis dias, três empresas do setor conseguiram liminares para barrar a fiscalização e as punições do governo federal. Mas, como isso afeta você? E o que esse embate significa para o mercado?

O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e trouxe mudanças significativas nas regras de funcionamento dos benefícios. Entre as novas normas, está o estabelecimento de um teto para as taxas cobradas nos supermercados e restaurantes. Mas a questão agora é como isso impacta as empresas e suas operações.

Como as liminares impactam o setor de vale-alimentação?

A liminar concedida à Pluxee pela Justiça Federal de São Paulo impede a fiscalização e aplicação de quaisquer punições. Para a empresa, isso garante a continuidade das operações sem impactos abruptos, reafirmando a legalidade e a segurança jurídica. A Ticket e a VR também já haviam conseguido decisões semelhantes. O juiz Guilherme Markossian de Castro Nunes, responsável pela decisão, destacou os riscos de interferência estatal em contratos privados.

O que muda no programa de alimentação do trabalhador?

O decreto, que originou a disputa, estipulou um teto de 3,6% nas taxas e reduziu de 30 para 15 dias o prazo de repasse dos valores. Além disso, estabeleceu a interoperabilidade entre bandeiras, determinando que, em um ano, todos os cartões de benefício sejam aceitos em quaisquer maquininhas de pagamento. Isso visa, em teoria, ampliar a concorrência e baixar custos no mercado, mas será essa uma solução eficaz?

Qual é a posição das empresas?

Em um cenário de incerteza, a Pluxee afirmou que a decisão judicial foi positiva, protegendo princípios como a livre iniciativa e os contratos vigentes. Porém, o Ministério do Trabalho e Emprego ainda não foi notificado oficialmente e planeja recorrer assim que for comunicado. A disputa continua e traz impactos diretos no ecossistema de benefícios de alimentação e refeição.

Quem está a favor e quem é contra as mudanças?

Enquanto novas empresas no setor, como iFood, Caju, Flash e Swile, apoiam a mudança, as tradicionais, que dominam 80% do mercado, rechaçam as principais propostas do decreto. Segundo as gigantes, a regulamentação ultrapassa o que foi autorizado pelo Legislativo. O confronto entre o governo e essas empresas ainda promete novos capítulos, você está preparado para acompanhar?



Com informações da Agência Brasil

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