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ECONOMIA

Banco do Nordeste suspende Pix após sofrer ataque hacker

O inesperado ataque cibernético levanta dúvidas sobre a segurança no sistema financeiro. O Banco do Nordeste (BNB) teve que agir rapidamente após ser alvo de hackers, decidindo por uma suspensão temporária das transações via Pix. Além de alertar para a fr

27/01/2026

27/01/2026

O inesperado ataque cibernético levanta dúvidas sobre a segurança no sistema financeiro. O Banco do Nordeste (BNB) teve que agir rapidamente após ser alvo de hackers, decidindo por uma suspensão temporária das transações via Pix. Além de alertar para a fragilidade em sistemas terceirizados, essa situação trouxe à tona a importância do investimento constante em segurança digital.

Em um comunicado oficial à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco do Nordeste revelou que, na terça-feira (27), suas equipes de segurança detectaram o ataque e imediatamente tomaram medidas preventivas. Até o momento, não há sinais de vazamento de dados ou prejuízo financeiro para os clientes, mas a instituição está atenta e mantém um diálogo constante com o Banco Central.

Banco do Nordeste

Como o ataque aconteceu?

O ataque focou em uma "conta-bolsão" sob a gestão de uma empresa terceirizada. Esse tipo de conta centraliza recursos de vários usuários sem diferenciá-los individualmente, tornando-se um alvo considerável para hackers. Segundo as informações iniciais, uma vulnerabilidade em um prestador de serviços de TI intermediário foi explorada, permitindo movimentações suspeitas. O impacto financeiro ainda está sendo apurado.

Qual é o papel da empresa terceirizada?

Essa empresa de tecnologia é responsável por parte da infraestrutura do banco e sua falha de segurança permitiu o ataque. O BNB reiterou seu comprometimento em reestabelecer o serviço Pix com segurança, garantindo atualizações constantes ao mercado sobre o progresso das investigações.

Por que ataques a terceirizados são frequentes?

Nos últimos anos, ataques a prestadores de serviços cresceram à medida que criminosos buscam explorar elos frágeis da cadeia tecnológica do sistema bancário. Isso se deve à capacidade dessas brechas de driblar as rigorosas proteções das grandes entidades financeiras. Com a digitalização e o domínio do Pix, o investimento em cibersegurança é crucial.

Em 2025, o Banco Central se viu compelido a intensificar as regras de proteção e suspender do sistema empresas que apresentaram falhas, reforçando o papel vital da precaução no setor. No entanto, essa é a primeira vez que o Banco do Nordeste é diretamente afetado por um evento desse tipo desde a introdução do Pix.

Quanto à normalização do sistema, ainda há incerteza. A retomada segura das operações depende de análises minuciosas e da revalidação dos sistemas comprometidos, em parceria com o Banco Central.



Com informações da Agência Brasil

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