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ECONOMIA

Governo revoga aumento do número de passageiros no Santos Dumont

O Governo Federal tomou uma decisão importante sobre as operações do Aeroporto Santos Dumont. No coração do Rio de Janeiro, o aeroporto será sujeito a novas restrições operacionais, uma mudança definida após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da

03/02/2026

03/02/2026

O Governo Federal tomou uma decisão importante sobre as operações do Aeroporto Santos Dumont. No coração do Rio de Janeiro, o aeroporto será sujeito a novas restrições operacionais, uma mudança definida após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e o prefeito Eduardo Paes, ocorrida no Palácio do Planalto, em Brasília. Esta guinada marca um ponto significativo na política aeroportuária carioca e promete impactos para o cenário econômico e turístico da região.

Originalmente, estava prevista uma expansão nos voos do Santos Dumont, que deveria aumentar o fluxo de passageiros de 6,5 milhões para até 8 milhões por ano a partir de 2026. Essa mudança de estratégia pode alterar o jogo para o turismo e os negócios locais. Mas o que levou a essa decisão e o que se espera para o futuro das operações aeroportuárias no Rio?

Por que rever as operações no Santos Dumont?

O crescimento expressivo da aviação e do turismo no estado do Rio de Janeiro motivou essa decisão. Ao definir uma nova estratégia, o Ministério de Portos e Aeroportos visa reequilibrar os fluxos entre o Santos Dumont e o Galeão. Desde 2023, a política de redistribuir o tráfego aumentou em 23% o total de passageiros nos aeroportos cariocas, de 17,7 milhões para 21,8 milhões em 2025. Paralelamente, enquanto o Santos Dumont registrou uma queda, com o movimento caindo de 10,9 milhões para 5,7 milhões de passageiros, o Galeão mais que dobrou sua demanda, de 6,8 milhões para 16,1 milhões de usuários.

Como a decisão afeta o futuro do Galeão?

A limitação no Santos Dumont faz parte de um movimento para dar preferência ao crescimento do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. O Aeroporto está em um processo de venda assistida, com um leilão agendado para 30 de março. Esta mudança estratégica busca gerar equilíbrio econômico-financeiro no contrato de concessão do Galeão e potencializar o potencial turístico e econômico da região.

O que diz o prefeito Eduardo Paes?

Interessante notar que o prefeito Eduardo Paes expressou seu apoio às medidas. Em suas redes sociais, destacou que "contra fatos não há argumentos e os números não mentem", reconhecendo o impacto positivo das ações presidenciais para a recuperação do Galeão, aumentando o número de turistas e negócios no Rio de Janeiro. A postagem foi endossada pelo ministro Silvio Costa Filho, que compartilhou essas palavras de agradecimento e reconhecimento.



Com informações da Agência Brasil

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