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ECONOMIA

Empresa da Embraer vende duas aeronaves elétricas para o Japão

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer e especialista em aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), acaba de anunciar um passo importante na sua trajetória: a venda de dois veículos para a AirX, uma companhia japonesa que opera com tra

05/02/2026

05/02/2026

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer e especialista em aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), acaba de anunciar um passo importante na sua trajetória: a venda de dois veículos para a AirX, uma companhia japonesa que opera com transporte aéreo, hoje utilizando helicópteros. Uma parceria que pode ganhar expressão, já que o contrato prevê a possibilidade de aquisição de até 50 unidades. Esta negociação marca a estreia da Eve Air Mobility na região da Ásia-Pacífico.

Eve Air Mobility na Ásia

Qual é o plano de entrega e operação desses veículos?

As entregas estão programadas para 2029, com operação prevista para as cidades de Tóquio e Osaka. A ideia é utilizar as aeronaves como soluções de mobilidade de última milha para rotas turísticas. E não para por aí: a parceria foi oficializada durante o Singapore Airshow, evento de peso do setor.

Por que a colaboração com a AirX é estratégica?

"Estamos entusiasmados em firmar parceria com a Eve Air Mobility para levar o transporte aéreo da próxima geração ao Japão", declarou Kiwamu Tezuka, fundador e CEO da AirX. Para ele, esse movimento não é somente sobre inovação tecnológica, mas também sobre o compromisso com a sustentabilidade e a vanguarda da mobilidade aérea.

Como essa notícia impactou as ações da Embraer?

O anúncio trouxe uma trégua na queda das ações da Embraer na B3, a bolsa de valores do Brasil. Após serem lançadas a R$ 39 em julho de 2025, na última quarta-feira (4), as ações fecharam em R$ 19,80. Este movimento positivo ocorreu após tocarem no menor valor, R$ 19,62, registrado no dia anterior. Já na bolsa de Nova Iorque, as ações continuam em tendência de queda desde janeiro.

Consolidar-se no mercado asiático e manter suas ações em recuperação são desafios e oportunidades. Intrigados? Vamos acompanhar de perto essas evoluções.



Com informações da Agência Brasil

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