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ECONOMIA

Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado

Dezenove estados e o Distrito Federal encerraram 2025 com a menor taxa de desemprego desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Essa conquista foi anunciada pelo Instituto Brasileiro

20/02/2026

20/02/2026

Dezenove estados e o Distrito Federal encerraram 2025 com a menor taxa de desemprego desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Essa conquista foi anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 20 de janeiro, mostrando uma mudança significativa no cenário econômico brasileiro.

Em 2025, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6%, a mais baixa já registrada. Mas o que isso significa para você no cotidiano? Como essa conquista impacta o mercado de trabalho do país? E o que vem a seguir nesse cenário econômico promissor? Venha descobrir com a gente.

Quais estados lideraram a queda do desemprego?

Os estados que se destacaram com as menores taxas de desemprego em 2025 incluem:

  • Mato Grosso: 2,2%
  • Santa Catarina: 2,3%
  • Mato Grosso do Sul: 3%
  • Espírito Santo e Rondônia: 3,3%
  • Paraná: 3,6%
  • Rio Grande do Sul: 4%
  • Minas Gerais e Goiás: 4,6%

Curiosamente, Rondônia, mesmo sem experimentar uma queda, manteve-se entre as melhores taxas, com 3,3%.

Como a pesquisa do IBGE reflete o mercado de trabalho?

O IBGE considera desocupada a pessoa que procurou emprego ativamente 30 dias antes da pesquisa. A análise abrangeu 211 mil domicílios, incorporando todos os tipos de trabalho, de carteira assinada a temporário e autônomo, desenhando um cenário abrangente do mercado de trabalho brasileiro.

Quem está abaixo da média nacional de desemprego?

Das 27 unidades da federação, doze ficaram abaixo da média nacional de desemprego, mostrando resiliência e crescimento econômico local:

  • Mato Grosso lidera com 2,2%, seguido por Santa Catarina com 2,3%.
  • Paraná destaca-se com 3,6%, enquanto São Paulo mantém 5%.

Esses números evidenciam o dinamismo regional, com alguns estados enfrentando desafios únicos, mas apresentando soluções eficazes.

Qual é o papel da informalidade nesse cenário?

A informalidade ainda é um desafio, afetando 38,1% dos trabalhadores brasileiros em 2025, particularmente nas regiões Norte e Nordeste. Isso significa que muitos trabalhadores ainda não têm acesso a direitos básicos como 13º salário, seguro-desemprego ou previdência.

Veja alguns dos estados com maiores taxas de informalidade:

  • Maranhão: 58,7%
  • Pará: 58,5%
  • Bahia: 52,8%

Quais estados têm os maiores rendimentos?

Além de taxas de desemprego baixas, alguns estados também apresentaram rendimentos mensais acima da média nacional (R$ 3.560). O Distrito Federal lidera com uma média de R$ 6.320, impulsionado pelo setor público. Outros estados notáveis incluem:

  • São Paulo: R$ 4.190
  • Rio de Janeiro: R$ 4.177

Esses resultados refletem não apenas melhorias econômicas, mas também desafios contínuos no combate à informalidade e desigualdade de renda. O dinamismo do mercado de trabalho tem sido essencial para estas mudanças, como destaca William Kratochwill, analista do IBGE, ao afirmar que os ganhos reais ajudaram a atingir níveis históricos de baixa no desemprego.



Com informações da Agência Brasil

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