Em tempos de movimentações intensas para os países emergentes, o dólar segue uma trajetória de queda, aproximando-se dos R$ 5,10 e marcando o menor valor registrado nos últimos 21 meses. Enquanto isso, a bolsa de valores brasileira experimentou um leve recuo, fruto de investidores buscando realizar lucros após um recorde histórico no dia anterior.
O dólar comercial encerrou a quarta-feira (25) cotado a R$ 5,125, representando uma queda de R$ 0,031 (-0,6%). Houve bastante oscilação ao longo do dia, com o dólar inicialmente caindo para R$ 5,12, subindo em seguida para R$ 5,16 por volta das 12h50, e, finalmente, diminuindo consideravelmente até encerrar perto de seu menor valor diário.
Por que o dólar está caindo?
A queda do dólar é atribuída a um contexto favorável para os mercados emergentes. Especificamente, a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar o tarifaço implementado por Donald Trump contribuiu para essa tendência, aumentando o fluxo de capitais estrangeiros.
Qual o impacto nas ações da bolsa?
Em um dia tipicamente marcado pela realização de lucros, o índice Ibovespa fechou em 191.247 pontos, com uma ligeira queda de 0,13%. A alta nos preços internacionais do minério de ferro beneficiou ações de mineradoras. No entanto, a venda de outros papéis, para garantir os ganhos, levou a uma queda no índice.
Como o Brasil está se beneficiando do novo regime tarifário americano?
Na terça-feira (24), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) revelou que apenas 25% das exportações do Brasil aos Estados Unidos sofrerão com a tarifa de 10%, uma redução significativa em comparação com o impacto inicialmente previsto. Clique aqui para mais informações.
Esses movimentos no câmbio e no mercado acionário são um reflexo das dinâmicas globais e das políticas econômicas entre países, impactando diretamente o cenário econômico brasileiro.
Com informações da Reuters
Com informações da Agência Brasil