Se você está de olho no mercado de trabalho brasileiro, prepare-se para uma leitura otimista. Janeiro trouxe boas notícias, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligados ao Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo foi positivo, marcando 112.334 mil novos postos com carteira assinada. Essa conquista foi o resultado de 2.208.030 contratações frente a 2.095.696 demissões. E aí, curioso para saber mais sobre como foi possível alcançar esse saldo?
Os relatórios mostram que o setor industrial fez bonito. Nas palavras do próprio ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a indústria liderou a criação de empregos, gerando 54.991 novos postos. No entanto, o que por trás desse sucesso? Vamos descobrir explorando os números e setores envolvidos nesse crescimento.
Como cada setor se comportou?
Em janeiro, quatro dos cinco grandes setores econômicos conseguiram empregar mais brasileiros. O comércio foi a exceção, com uma redução de 56.800 empregos, muito por conta de variações sazonais. Aqui está um olhar mais atento sobre os números:
- Serviços: criaram 40.525 postos.
- Indústria (transformação, extração, e outros): adicionou 54.991 postos.
- Construção civil: contribuiu com 50.545 novos empregos.
- Agropecuária: expandiu com 23.037 empregos.
Quais regiões mais se destacaram?
No campo regional, 18 das 27 unidades federativas ostentaram saldos positivos de empregos. Santa Catarina liderou o grupo com 19 mil novos postos, seguido de perto por Mato Grosso com 18.731 e Rio Grande do Sul com um aumento de 18.421. Tudo isso indica um aquecimento não só dos setores produtivos, mas também de diferentes regiões do Brasil.
Esses dados passam por ajustes ao longo do tempo, levando em conta declarações atrasadas de empregadores, que podem influenciar as estatísticas divulgadas pelo Ministério.
Com informações da Agência Brasil