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ECONOMIA

Desemprego fica em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026

O mercado de trabalho no Brasil segue mostrando sinais de resiliência, à medida que a taxa de desocupação no território nacional se mantém estável em 5,4% durante o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Esse percentual é o menor registrado desd

05/03/2026

05/03/2026

O mercado de trabalho no Brasil segue mostrando sinais de resiliência, à medida que a taxa de desocupação no território nacional se mantém estável em 5,4% durante o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Esse percentual é o menor registrado desde 2012, sinalizando a força e a persistência da recuperação econômica do país. Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando a mesma taxa estava em 6,5%, houve uma queda significativa de 1,1 ponto percentual.

Esses dados, provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD-Contínua), foram anunciados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A notícia traz um alívio para muitos brasileiros, já que a quantidade de pessoas sem emprego caiu significativamente.

Como o desemprego atingiu esse patamar histórico?

De acordo com o levantamento do IBGE, aproximadamente 5,9 milhões de pessoas estavam desocupadas no país até janeiro de 2026. Este número representa o menor contingente de desocupados na história desse levantamento e mostra uma queda anual de 17,1%, o que significa que 1,2 milhão de pessoas conseguiram se recolocar no mercado de trabalho em comparação ao ano anterior.

Qual o impacto sobre a população ocupada?

O número de brasileiros empregados também atingiu um novo marco, chegando a 102,7 milhões de pessoas. Isso mantém um padrão estável em relação ao trimestre anterior, mas representa um aumento de 1,7% em relação ao ano passado, o que equivale a mais 1,7 milhão de pessoas em empregos. Já o nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas empregadas em relação à capacidade de trabalho, chegou a 58,7%.

Rendimento: o que muda no bolso do trabalhador?

No trimestre analisado, o rendimento real habitual médio de todos os trabalhos foi recorde, atingindo R$ 3.652, marcando um aumento de 2,8% no trimestre e 5,4% no ano. Assim, a massa de rendimento real habitual somou R$ 370,3 bilhões, também a maior registrada, com acréscimos de 2,9% no trimestre (R$ 10,5 bilhões) e 7,3% no ano (R$ 25,1 bilhões).

Quais são as perspectivas futuras?

Adriana Beriguy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, destacou que "os resultados indicam uma estabilidade dos indicadores de ocupação, apesar do impacto sazonal do início do ano." Ela explicou que, normalmente, iniciativas temporárias levam a uma maior dispensa no início de janeiro, mas os meses anteriores suavizaram esse impacto.

O cenário econômico promete manter-se aquecido, proporcionando um alento para os brasileiros que buscam estabilidade em suas carreiras e melhorias em seus rendimentos. Continuar acompanhando essas tendências pode ser crucial para traçar estratégias pessoais e empresariais neste ambiente de constante transformação.



Com informações da Agência Brasil

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