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ECONOMIA

PF apura irregularidades na gestão previdenciária do Amazonas

Hoje, a Polícia Federal deu um importante passo na investigação de suspeitas de irregularidades financeiras com recursos do fundo previdenciário dos servidores públicos do Amazonas, controlado pela Amazonprev. A ação busca esclarecer possíveis desvios e g

06/03/2026

06/03/2026

Hoje, a Polícia Federal deu um importante passo na investigação de suspeitas de irregularidades financeiras com recursos do fundo previdenciário dos servidores públicos do Amazonas, controlado pela Amazonprev. A ação busca esclarecer possíveis desvios e garantir a correta aplicação dos investimentos. Ficou curioso sobre como essa história se desenvolve? Continue lendo para entender todos os detalhes dessa operação.

Nesta manhã movimentada, autorizados pela Justiça Federal, policiais federais realizaram buscas e apreensões na sede da Amazonprev. Os passos dados até agora já resultaram no afastamento de três servidores suspeitos de participarem de um desvio milionário do Regime Próprio de Previdência Social do Amazonas.

O que motivou a operação?

Segundo dados da PF, um total de R$ 390 milhões foi investido em letras financeiras de forma duvidosa, contrariando normas de governança e regras federais para investimentos previdenciários. Esses títulos de renda fixa, normalmente usados para captar recursos de longo prazo, foram empregados prometendo alta rentabilidade, mas levantaram suspeitas.

Quais são as suspeitas envolvendo a gestão da Amazonprev?

Indícios de irregularidades nos procedimentos internos e movimentações financeiras atípicas embasaram o início da Operação Sine Consensu. Essa investigação conta com o apoio do Ministério da Previdência Social e busca evidências concretas das suspeitas que pairam sobre a fundação.

Quem são os principais alvos da investigação?

A Operação aponta sinais de gestão temerária e corrupção envolvendo figuras importantes, como o ex-gestor de recursos Claudinei Soares, o ex-diretor André Luis Bentes de Souza, e o diretor Cláudio Marins de Melo. Embora ainda não tenham se manifestado, a equipe da Agência Brasil permanece atenta para possíveis declarações.

Como a Amazonprev está respondendo?

Em resposta às investigações, a Amazonprev emitiu uma nota informando que está colaborando ativamente com as investigações e disposta a esclarecer os fatos. A fundação frisa que as aplicações investigadas não comprometem o pagamento de benefícios a aposentados e pensionistas, destacando um superávit atuarial de R$ 1,7 bilhão e mais de R$ 11 bilhões em recursos reservados para garantir futuros pagamentos.

Com essa história ainda em desenvolvimento, muitos aguardam ansiosamente por novos desdobramentos e esclarecimentos que confirmem a lisura e a responsabilidade na administração de recursos tão valiosos.



Com informações da Agência Brasil

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