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Esportes

Brasil fecha Grand Prix de judô paralímpico da IBSA com título geral

O cenário esportivo paraolímpico brasileiro conquistou mais um marco impressionante. No Grand Prix de judô paralímpico da IBSA, realizado em Gizé, no Egito, o Brasil brilhou ao assegurar um total de dez medalhas, sendo oito de ouro e duas de prata. Essa c

19/08/2025

19/08/2025

O cenário esportivo paraolímpico brasileiro conquistou mais um marco impressionante. No Grand Prix de judô paralímpico da IBSA, realizado em Gizé, no Egito, o Brasil brilhou ao assegurar um total de dez medalhas, sendo oito de ouro e duas de prata. Essa conquista ocorreu no segundo dia do evento, na última terça-feira, 19 de agosto. Mas o que essa vitória significa para o judô paralímpico brasileiro e de que forma isso influencia os próximos passos no esporte?

O panorama já havia sido promissor desde o início, com a seleção brasileira somando 12 medalhas no total. Na segunda-feira, o ouro foi garantido por Lúcia Araújo na categoria até 60 quilos para atletas J2, enquanto Maria Núbea Lins levou o bronze na mesma categoria. Vamos mergulhar nos detalhes dessa inspiradora jornada vitoriosa do Brasil.

Como o Brasil conseguiu se destacar no Grand Prix de judô paralímpico?

Nesta terça-feira, a delegação brasileira consolidou sua posição de potência no judô ao conquistar medalhas de ouro com os atletas:

  • Alana Maldonado (até 70 quilos J2)
  • Arthur Cavalcante (até 95 quilos J1)
  • Brenda Freitas (até 70 quilos J1)
  • Felipe Amorim (acima de 95 quilos J2)
  • Larissa Silva (até 60 quilos J1)
  • Millena Freitas (acima de 70 quilos J1)
  • Rebeca Silva (acima de 70 quilos J2)
  • Wilians Araújo (acima de 95 quilos J1)

A determinação e o treinamento rigoroso desses judocas foram fundamentais para alcançar o topo do pódio. Este desempenho coletivo não só garantiu a vitória no Grand Prix como também reforçou a preparação para competições futuras.

Qual a importância dessa vitória para o futuro do judô paralímpico brasileiro?

Essa série vitoriosa desempenha um papel significativo na caminhada rumo aos Jogos Paralímpicos de 2028 que acontecerão em Los Angeles. Todas as etapas do Grand Prix são valiosas para acumular pontos no ranking mundial, essencial para a seleção dos atletas que disputarão os Jogos. Portanto, cada medalha é um passo crucial para fortalecer essa equipe vitoriosa no cenário internacional.

As medalhas de prata de Marcelo Casanova (até 95 quilos J2) e Meg Emmerich (acima de 70 quilos J2) também foram celebrações de talento e resiliência em competições de nível global. Essas conquistas reforçam a carreira de cada atleta e atestam o crescimento constante do judô paralímpico no Brasil.



Com informações da Agência Brasil

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