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Esportes

Ainda quero ser campeã da São Silvestre, diz Núbia de Oliveira

Você provavelmente já ouviu falar da Corrida Internacional de São Silvestre, uma das provas mais tradicionais do Brasil, que reúne corredores de todo o mundo nas dependências de São Paulo. Em 31 de dezembro de 2025, a brasileira Núbia de Oliveira novament

31/12/2025

31/12/2025

Você provavelmente já ouviu falar da Corrida Internacional de São Silvestre, uma das provas mais tradicionais do Brasil, que reúne corredores de todo o mundo nas dependências de São Paulo. Em 31 de dezembro de 2025, a brasileira Núbia de Oliveira novamente se destacou, garantindo um impressionante terceiro lugar, repetindo o feito do ano anterior. Este feito reafirma sua determinação em alcançar o topo do pódio nos próximos anos e a inspira a continuar um treinamento árduo para alcançar esse objetivo.

Com apenas 23 anos, Núbia traz consigo a energia e determinação de quem ainda tem muito a conquistar. “Meu sonho é me tornar campeã da São Silvestre e eu vou lutar por isso até o fim”, declarou Núbia, após completar sua quarta participação na prova. Ela também destacou sua trajetória e experiência adquirida ao longo do tempo, que serão fundamentais para que, um dia, possa alcançar o tão almejado lugar mais alto do pódio.

O que torna Núbia de Oliveira tão inspiradora?

Ser mulher no mundo esportivo também traz suas próprias batalhas, e Núbia é um exemplo de como superá-las. Ao fechar a corrida com o tempo de 52 minutos e 42 segundos, melhorando seu desempenho comparado ao ano passado, ela se tornou a melhor atleta brasileira na prova este ano.

“Esse resultado, eu tenho certeza que inspira e impulsiona mais mulheres a participar do esporte”, ressaltou Núbia, demonstrando sua alegria em representar não apenas sua categoria, mas também ser um símbolo de força e inspiração para outras mulheres.

Enquanto o Brasil aguarda por uma nova vitória feminina desde 2006, quando Lucélia Peres triunfou, Núbia se mantém firme em seus objetivos. Para ela, cada prova é uma oportunidade de aprendizado e um passo mais próximo de sua vitória.

Quem foram as protagonistas da corrida de 2025?

Este ano, a tanzaniana Sisilia Ginoka Panga surpreendeu ao vencer a prova feminina, marcando um tempo de 51 minutos e 08 segundos. Sisilia ficou eternizada como a primeira atleta de seu país a vencer a São Silvestre, quebrando uma sequência de vitórias das atletas quenianas que durava desde 2016.

"A Cynthia [Chemweno] é uma excelente corredora", elogiou Sisilia, que concluiu a corrida apesar das condições de calor extremo. Este equilíbrio emocional e capacidade de superação a levaram ao triunfo.

Por outro lado, Cynthia Chemweno sagrou-se a vice-campeã pelo segundo ano consecutivo. Com um tempo de 52 minutos e 31 segundos, ela descreveu a atmosfera da corrida como "muito vibrante", apesar das condições desafiadoras do clima.

Onde estão os brasileiros na São Silvestre masculina?

Na competição masculina, o destaque foi para Fábio de Jesus Correia. Similar ao desempenho de Núbia, Fábio conquistou o terceiro lugar, reforçando a esperança de que, em breve, o Brasil volte a triunfar na prova. A vitória, entretanto, foi do etíope Muse Gizachew, que cruzou a linha final nos últimos instantes, em uma disputa acirrada com o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong.

“O que fiz foi manter o ritmo, fazendo uma chegada com propriedade e firmeza”, celebrou Muse após sua vitória.

Já Kamosong relatou que o ritmo forte nos primeiros quilômetros acabou lhe custando a liderança ao final da corrida.

Enquanto Fábio comemora seu resultado, ele também expressa um importante apelo por melhores condições de treino para atletas brasileiros, alertando para a necessidade de mais espaços seguros e incentivando políticas de apoio ao esporte.

Ainda quero ser campeã da São Silvestre, diz Núbia de Oliveira
Atleta brasileira Núbia de Oliveira, terceiro lugar da categoria feminina da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Essa edição da São Silvestre demonstrou não só o sucesso individual dos atletas, mas também trouxe à tona questões relevantes sobre o apoio e a infraestrutura para o desenvolvimento esportivo no Brasil. Fica clara a necessidade de mais esforços para que talentos, como Núbia e Fábio, possam alcançar o topo e inspirar uma nova geração de corredores.



Com informações da Agência Brasil

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