A desistência pode acontecer a qualquer momento no mundo do esporte, como bem sabe a tenista brasileira Luisa Stefani. Ela se viu obrigada a deixar o WTA 500 de Adelaide, uma desistência causada não por ela diretamente, mas pela condição de sua parceira, Marie Bouzkova, que sofreu uma intoxicação alimentar. As duas estavam prontas para duelar contra Anna Danilina, do Cazaquistão, e Aleksandra Krunic, da Sérvia, pelas quartas de final. Este torneio era o último desafio antes do grande Aberto da Austrália, que já está logo ali, no próximo domingo.
A aventura de Luisa em Melbourne, porém, está longe de acabar. Com a parceira canadense Gabriela Dabrowski, ela retoma uma aliança já testada e aprovada entre 2020 e 2023. Este é o mesmo duo que brilhou no WTA 1000 de Montreal com uma vitória e foi vice-campeão tanto no WTA 1000 de Cincinnati quanto no WTA 500 de San Jose. A expectativa é grande para que a sinergia seja renovada e leve a mais conquistas em 2026.
Qual é o futuro de João Fonseca no Aberto da Austrália?
Enquanto isso, o carioca João Fonseca, que enfrenta um início de temporada com percalços devido a dores lombares, está em Melbourne com renovada esperança. As lesões persistentes o mantiveram afastado dos torneios de Brisbane e Adelaide, mas ele mira estrear no Grand Slam australiano,
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Se recuperado, Fonseca será o 28º cabeça de chave na competição, uma oportunidade potencialmente facilitada pelas desistências dos tenistas Jack Draper e Holger Rune. A hora da verdade se aproxima, já que o adversário será conhecido na quinta-feira.
Quem representa o Brasil na competição feminina no Aberto da Austrália?
Na ala feminina de simples, todo o Brasil estará com olhos fixos em Beatriz Haddad Maia. Ocupando a 39ª posição no ranking, ela carrega as esperanças do país nesta categoria. Será que ela conseguirá avançar nas etapas e surpreender na competição?
Quem ficou de fora da festa em Melbourne?
Infelizmente, nem todos os brasileiros terão a mesma sorte de competir no Grand Slam. Thiago Wild e Gustavo Heide viram seus sonhos temporariamente adiados após serem eliminados na fase classificatória. Ambos lutaram bravamente, mas não conseguiram superar seus oponentes: Wild sucumbiu frente ao italiano Francesco Maestrelli por 7/6 e 6/4, enquanto Heide perdeu para o croata Dino Prizmic por 7/5 e 6/2. Pouco importa para esses dois guerreiros, que certamente já estão planejando o próximo passo em suas carreiras.
Com informações da Agência Brasil