Luisa Stefani, tenista que vinha chamando atenção no Aberto da Austrália, viu seu sonho de vitória no Grand Slam chegar ao fim nesta quinta-feira (29). Ao lado da parceira canadense Gabriela Dabrowski, Stefani lutou bravamente, mas foi superada pela dupla formada pela cazaque Ana Danilina e a sérvia Aleksandra Krunic. O confronto foi acirrado, estendendo-se por 2h20min, e terminou com a vitória das adversárias por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/2), 3/6 e 6/4.
A eliminação pode ser vista mais como um passo à frente do que um tropeço. No ano passado, Stefani e sua então parceira, a norte-americana Peyton Steams, pararam nas quartas de final. Desta vez, ao retornar com Dabrowski, elas mostraram bom entrosamento e deixaram uma marca positiva, evidenciando seu potencial e gerando expectativa para futuras competições.
Qual foi a análise de Luisa Stefani sobre o torneio?
Olhando para trás, Stefani analisou a campanha da dupla com otimismo. "A campanha foi muito positiva e temos de aproveitar estas duas semanas como aprendizado, porque nosso objetivo é melhorar como dupla", comentou Stefani. Ela destacou que, apesar da derrota apertada na semifinal, os jogos foram de alto nível e foram fundamentais para o fortalecimento da parceria. O foco agora, segundo ela, é trabalhar firme para aprimorar seu desempenho nos próximos torneios.
Como foi o desempenho nas duplas mistas?
Mas Stefani não se destacou só nas duplas femininas. Na quarta-feira (28), ela também lutou nas semis de duplas mistas ao lado do salvadorenho Marcelo Arevalo. Embora não tenham avançado para a final, a partida contra os franceses Manuel Guinard e Kristina Mladenovic foi tensa e decidida em três sets: 6/2, 3/6 e 10/7 em favor dos adversários.
E os outros brasileiros no torneio?
Na onda de eliminações, não foi só Stefani que se despediu de Melbourne. A dupla dos gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos também encerrou sua participação nas quartas de final. Eles enfrentaram o poderoso time do espanhol Marcel Granoller e do argentino Horacio Zeballos, saindo de quadra derrotados por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4).
É, o torneio foi duro com os brasileiros, mas as vitórias e aprendizagens são levadas para além das quadras. O espírito de perseverança e a busca contínua por melhorias são as grandes marcas deixadas pelos atletas e já apontam para novos desafios no horizonte. Que venham os próximos jogos!
Com informações da Agência Brasil