Você sabia que há uma nova tentativa de dialogar entre os dois lados do conflito que abala a Europa? Dessa vez, é o governo americano que está empenhado em facilitar uma reunião bilateral entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Em meio a tantos desafios, a Casa Branca afirma que os líderes querem conversar. Enquanto esperávamos essa novidade, uma entrevista de Donald Trump à Fox News revelou detalhes de possíveis trocas de território, onde ele menciona que, independentemente do acordo, a Ucrânia manteria várias de suas áreas. Mas, nesta semana, a Rússia lançou um ataque aéreo massivo contra a Ucrânia, com cerca de 270 drones e dez mísseis.
Qual o futuro do cessar-fogo em Gaza?
A guerra na Faixa de Gaza também está sob as lentes de um possível cessar-fogo. Israel está discutindo com o Hamas uma trégua de 60 dias, que incluiria a libertação de metade dos reféns israelenses e a retirada parcial das forças israelenses. No entanto, o desespero persiste, pois, segundo a ONU, a ajuda humanitária é insuficiente e as ameaças de fome são cada vez mais reais. Desde maio, quase dois mil palestinos perderam suas vidas enquanto buscavam comida. Será que veremos uma mudança nessa situação?
Por que 2024 foi um ano mortal para trabalhadores humanitários?
O ano passado entrou para a história como o mais letal para trabalhadores humanitários, segundo a ONU. O número alarmante de 383 mortes globalmente mexe com o coração de qualquer um. A Faixa de Gaza foi um dos locais mais perigosos para essas pessoas. Neste ano, a tragédia continua, com mais de 260 mortos. É uma realidade assustadora e perguntas ficam no ar: o que pode ser feito para proteger esses heróis anônimos que arriscam suas vidas para ajudar os outros?
Qual o impacto da mobilização militar na Venezuela?
Voltando os olhos para a América do Sul, a Venezuela está mobilizando mais de 4,5 milhões de milicianos. Comandado por Nicolás Maduro, esse é um passo estratégico em um plano de paz que visa melhorar a segurança nos 24 estados do país. Entretanto, este movimento também surge como resposta à presença de navios de guerra americanos destinados a combater o tráfico de drogas no Caribe. E agora, onde isso nos leva? O governo americano já se manifestou, garantindo que usará toda a força necessária contra o regime de Maduro e para deter a ameaça das drogas.
Com informações da Agência Brasil