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Congo declara que país tem novo surto de doença do vírus ebola

Um novo foco do vírus ebola foi declarado na República Democrática do Congo, mais precisamente na província de Kasai. Na última quinta-feira, as autoridades de saúde confirmaram a situação, evidenciando a gravidade deste cenário que voltou a preocupar a p

05/09/2025

05/09/2025

Um novo foco do vírus ebola foi declarado na República Democrática do Congo, mais precisamente na província de Kasai. Na última quinta-feira, as autoridades de saúde confirmaram a situação, evidenciando a gravidade deste cenário que voltou a preocupar a população e a comunidade internacional. Será que o país está preparado para lidar com mais um surto dessa doença fatal?

Até o momento, foram registradas 15 mortes e identificados 28 casos suspeitos, incluindo quatro profissionais de saúde. Um dado ainda mais alarmante é que a cepa envolvida é a zaire, a mais letal de todas, conforme a Organização Mundial da Saúde. Esse tipo de ebola pode ter uma taxa de mortalidade de até 90%. Mas o que está sendo feito para conter a disseminação?

Qual é a origem do surto atual de ebola no Congo?

As autoridades ainda estão investigando a origem exata do contato com o vírus no Congo, que abriga quase 110 milhões de pessoas. Sabe-se que o ebola é transmitido de animais selvagens, como morcegos, porcos-espinhos e primatas, para humanos, além da transmissão por contato direto de pessoa para pessoa. O que se pode fazer para evitar novos casos?

Como o ebola afeta os países vizinhos como Uganda?

Uganda, que faz fronteira com o Congo e tem 50 milhões de habitantes, declarou recentemente superação de um surto de ebola em abril. Esse histórico pode servir de exemplo ou alerta para o Congo que agora lida novamente com a ameaça. É crucial entender como medidas de controle e prevenção implementadas por Uganda podem ser replicadas para mitigar o risco de novos surtos na região.

A situação ainda está em desenvolvimento, e as investigações sobre a fonte do vírus continuam enquanto medidas de contenção são intensificadas para proteger a saúde pública e evitar uma tragédia de maiores proporções.



Com informações da Agência Brasil

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