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Mundo

Lula defende livre-comércio e propõe trocas sem uso do dólar

Na última quinta-feira, em um cenário que reflete as complexidades do mundo globalizado, o presidente brasileiro Lula se pronunciou firmemente contra o protecionismo e a favor do livre-comércio. Durante uma visita oficial à vibrante Jacarta, capital da In

23/10/2025

23/10/2025

Na última quinta-feira, em um cenário que reflete as complexidades do mundo globalizado, o presidente brasileiro Lula se pronunciou firmemente contra o protecionismo e a favor do livre-comércio. Durante uma visita oficial à vibrante Jacarta, capital da Indonésia, ele propôs um audacioso plano de comércio realizado sem a intermediação do dólar. Acompanhado de Prabowo Subianto, presidente indonésio, Lula delineou uma nova perspectiva de negócios com o uso das moedas nacionais dos dois países. Que implicações você imagina que uma mudança assim poderia trazer para o comércio mundial?

"Indonésia e Brasil não querem uma segunda guerra fria. Nós queremos o comércio livre e, mais ainda, tanto a Indonésia quanto o Brasil têm interesse em discutir a possibilidade de a comercialização entre nós dois ser com as nossas moedas. Essa é uma coisa que nós precisamos mudar. O século 21 exige que tenhamos coragem que não tivemos no século 20. Exige que a gente mude alguma forma de agirmos comercialmente para não ficarmos dependentes de ninguém", declarou Lula, em uma afirmação que ecoa para além das fronteiras da Ásia.

Por que Lula critica o protecionismo?

Olhando para um futuro mais colaborativo e menos restrito, Lula não poupou palavras contra o protecionismo. "Nós queremos multilateralismo e não unilateralismo. Nós queremos democracia comercial e não protecionismo. Nós queremos crescer, gerar empregos, e é emprego de qualidade", afirmou. Essas palavras sugerem uma visão clara de um mercado mais aberto e democrático, mas como essas ideias podem impactar o dia a dia das nações envolvidas e seus cidadãos?

Quais são os próximos passos da visita presidencial?

Durante sua estadia na Indonésia, Lula não apenas se reuniu com líderes e empresários, mas também continuou sua viagem pela Ásia, que está marcada para se estender até o dia 28 de outubro. Um dos destaques será sua presença na Malásia, no sábado, onde pretende participar da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático e de reuniões importantes em Kuala Lumpur. Com uma agenda tão cheia, que desdobramentos podemos esperar para as relações internacionais do Brasil e os acordos comerciais propostos por Lula?

As recentes ações de Lula levantam questionamentos sobre o futuro do comércio global e como ideias inovadoras podem reformular o jogo. Como essas novas dinâmicas comerciais influenciarão o Brasil e seus parceiros? Acompanhe de perto esta jornada e os impactos das propostas do presidente, que promete mudar o cenário econômico do século 21.



Com informações da Agência Brasil

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