Você já imaginou como decisões internacionais podem impactar diretamente a economia do Brasil? Pois é exatamente nessa arena global que o Brasil busca resolver uma importante questão: o tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Ocorrendo em Washington, o diálogo foi liderado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio. O que será que isso trará de consequências práticas para nós?
Esse encontro vem na esteira de importantes reuniões, inclusive no G7. A expectativa é que o governo americano forneça uma resposta à proposta de acordo já na próxima semana. Enquanto isso, decisões domésticas também estão em pauta para suavizar os impactos dessa legislação de comércio.
Como aconteceu o diálogo entre Brasil e EUA?
Você deve estar se perguntando como foi essa negociação entre Brasil e EUA. Bem, o encontro mais recente ocorreu em Washington e foi uma continuação das discussões iniciadas em reuniões do G7, no Canadá. Mauro Vieira relatou que Marco Rubio demonstrou interesse em avançar rapidamente com as negociações, sugerindo que não teremos de esperar muito pela palavra final dos Estados Unidos.
O que o Brasil está fazendo para lidar com o tarifaço?
Por aqui, o governo não está parado. Em uma manobra para minimizar os prejuízos do tarifaço, o Conselho Monetário Nacional modificou as regras do Plano Brasil Soberano. Isso ocorreu em uma reunião extraordinária, destacando a urgência da questão. As novas regras visam ampliar o acesso ao crédito e atender melhor os setores mais afetados.
O plano inclui:
- Reforço nos critérios de elegibilidade.
- Inclusão de fornecedores das exportadoras entre os beneficiários.
- Linhas de crédito somando R$ 30 bilhões, geridas pelo BNDES.
Com essas iniciativas, o governo espera oferecer suporte temporário, mas essencial, para as empresas que sofrem com as tarifas impostas.
*Com informações da Agência Brasil
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Com informações da Agência Brasil