Você sabia que uma recente decisão do governo dos Estados Unidos trouxe um sopro de alívio para as exportações brasileiras? Sim, em uma reviravolta, Donald Trump decidiu retirar a "taxa de reciprocidade" de 10%, aliviando tarifas sobre produtos como café, carne bovina e frutas. Essa mudança, que fez as tarifas descerem de 50% para 40%, foi recebida com otimismo pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que se pronunciou neste sábado (15).
Em um encontro com a imprensa no Palácio do Planalto, em Brasília, Alckmin compartilhou o quanto essa medida é um passo importante, mas destacou que ainda há trabalho a ser feito para corrigir outras tarifas injustas que permanecem vigentes. Interessante notar que, antes deste anúncio, 23% das exportações para os EUA eram isentas de tarifa, porcentagem que passou a ser 26% após a decisão. Essa evolução não ocorreu sem diálogo; veja como conversas estratégicas entre líderes moldam o jogo internacional.
O que essa redução de taxas significa para o comércio brasileiro?
Este ajuste nas tarifas é uma injeção de ânimo para o comércio brasileiro, que, segundo Alckmin, já está em um momento de expressivo crescimento. Com exportações batendo a marca dos US$ 290 bilhões de janeiro a outubro, o cenário é promissor. Mais de 500 novos mercados foram abertos, somando-se às parcerias estabelecidas por meio de vários acordos comerciais.
Qual foi o papel do diálogo internacional nisso?
Diálogos e negociações foram crucialmente importantes. A conversa entre o presidente Lula e o presidente Trump, além do encontro do chanceler Mauro Vieira com o secretário de Estado Marco Rubio, foram peças-chave nessa reestratégia tarifária. Essa diplomacia ativa mostra que o governo brasileiro está empenhado em melhorar suas relações comerciais e buscar avanços mútuos.
Como o governo brasileiro recebeu a notícia?
A decisão foi amplamente comemorada dentro do governo Lula. Pelas redes sociais, o ministro Rui Costa expressou que esta ação reforça a presença e a influência do Brasil no cenário global, destacando a eficiência da estratégia governamental. A ministra Gleisi Hoffman também manifestou seu apoio à política externa de Lula, resumindo: "Lula sabe o que faz, e quem ganha é o Brasil".
Com informações da Agência Brasil