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"Todo mundo sabe o que ele fez", diz Lula sobre prisão de Bolsonaro

"Todo mundo sabe o que Jair Bolsonaro fez", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa foi uma das declarações feitas por Lula no último encontro do G20, realizado em Joanesburgo, na África do Sul. Em meio a uma coletiva de imprensa, ele comento

23/11/2025

23/11/2025

"Todo mundo sabe o que Jair Bolsonaro fez", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa foi uma das declarações feitas por Lula no último encontro do G20, realizado em Joanesburgo, na África do Sul. Em meio a uma coletiva de imprensa, ele comentou sobre a recente prisão preventiva do ex-presidente, decidida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Este evento reacendeu intensos debates sobre o legado político de Bolsonaro e uma decisão judicial que promete marcar a política brasileira.

No sábado (22), Bolsonaro teve sua prisão decretada pelo STF, o que levou o atual presidente a reafirmar a soberania do sistema judiciário brasileiro. Lula também falou sobre as pressões internacionais, especialmente vindas dos Estados Unidos, após o ex-presidente ser acusado de tentar um golpe. Em meio a especulações, um ponto particular destacado foi a relação com Donald Trump e retaliações impostas ao Brasil.

O que motivou a decisão do STF sobre Bolsonaro?

Com base em uma suposta tentativa de fugir das autoridades, a prisão preventiva de Bolsonaro foi decretada. O ministro Alexandre de Moraes expressou preocupações quanto ao ex-presidente tentar violar a tornozeleira eletrônica. Flávio Bolsonaro, seu filho, também foi mencionado por convocar uma vigília próxima à casa onde Bolsonaro estava detido, o que incitou discussões sobre uma possível fuga.

Bolsonaro atualmente está sob a custódia da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. No domingo, ele participou de uma audiência por videoconferência para tratar dessa situação.

Qual foi a reação de Bolsonaro às acusações de fuga?

Bolsonaro tentou justificar suas ações, mencionando dificuldades psicológicas como resultado de interações medicamentosas adversas. Ele garantiu não ter intenções de fuga e negou qualquer rompimento do monitor eletrônico. Aliados sugerem que a vigilância não criaria condições para uma fuga e descrentes defendem que o monitoramento representa uma "humilhação".

A defesa não cessou em sua tentativa de mudar a decisão do tribunal. Eles argumentam que a tornozeleira é simbólica de humilhação, e que as alegações de fuga são infundadas. O caso ainda ressoa entre as esferas legais e será revisitado, uma vez que os advogados pretendem recorrer da decisão.

Quais as consequências do julgamento para Bolsonaro e outros?

A condenação inicial de Bolsonaro chega a 27 anos e três meses por seu papel na tentativa de golpe. Caso os últimos recursos não sejam aceitos, as sentenças em regime fechado serão implementadas para ele e outros envolvidos. A defesa busca alternativas com base na saúde de Bolsonaro, arguindo pela prisão domiciliar que foi recentemente negada por Alexandre de Moraes.

Enquanto isso, Bolsonaro permanece detido por descumprir regras de prisão domiciliar previamente estabelecidas. Este panorama inclina discussões maiores sobre política interna e a influência externa, especialmente com investigações sobre laços entre o filho de Bolsonaro e a administração Trump.

Esses desdobramentos continuam a atrair a atenção do público, reforçando a necessidade de um sistema judicial robusto e transparente no Brasil. O desenrolar dos eventos nos oferece um vislumbre dos desafios que a liderança brasileira enfrenta ao navegar no cenário político global.



Com informações da Agência Brasil

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