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"Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

Na última terça-feira (2), um importante telefonema entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, trouxe à tona questões relevantes sobre sanções e comércio entre as duas nações. Essa ligação ge

02/12/2025

02/12/2025

Na última terça-feira (2), um importante telefonema entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, trouxe à tona questões relevantes sobre sanções e comércio entre as duas nações. Essa ligação gerou expectativas no meio diplomático e econômico, trazendo à tona discussões nunca antes tão evidentes. Você deve estar se perguntando o que exatamente aconteceu entre os dois líderes para atrair tanta atenção do mundo. Vamos mergulhar nos detalhes dessa conversa e descobrir o futuro do relacionamento entre essas duas potências.

Donald Trump, em frente aos holofotes da Casa Branca, comentou que teve uma "ótima conversa" com Lula, onde discutiram sanções. Essas sanções, impostas pela administração dos EUA, estavam ligadas ao contexto político brasileiro e, especificamente, ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, o foco certamente não parou por aí. O comércio também foi destaque, com Trump declarando que "muitas coisas boas" podem surgir dessa parceria recém-formada.

Como foi a conversa entre Lula e Trump?

Durante o telefonema, foi dito que Lula expressou um desejo claro de avançar rápido nas negociações para a retirada de uma sobretaxa de 40%. Essa tarifa impacta negativamente alguns produtos brasileiros, fomentando um cenário de imprevisibilidade nas exportações. O discurso de Lula pareceu otimista, destacando a relevância de manter um diálogo aberto e produtivo com os EUA.

Além disso, acordos sobre cooperações no combate ao crime organizado foram abordados, segundo o Palácio do Planalto. A conversa, que durou cerca de 40 minutos, foi considerada "muito produtiva", sinalizando novos tempos de parceria entre as nações.

O que aconteceu com o "tarifaço"?

Esse problema começa em novembro, quando a Casa Branca anunciou a retirada de 238 produtos brasileiros da lista de tarifas adicionais. Entre eles, podemos citar café, laranja e carne bovina. A sobra dos produtos tarifados continua a ser uma preocupação constante, já que significativo percentual das exportações brasileiras ainda enfrenta essas dificuldades.

No entanto, Trump já havia sinalizado mudanças de espírito, com um movimento em favor da redução das tarifas como resposta ao julgamento de ex-lideranças políticas brasileiras. Essa jornada até aqui parece ter afinado os laços diplomáticos, com soluções progressivas para a questão tarifária.

Por que as tarifas são um ponto de tensão?

A política de tarifas da Casa Branca, sob o comando de Trump, visa reverter o desequilíbrio na competitividade econômica com a China. O Brasil, ainda que com superávit, foi sujeito a restrições que variaram de 10% a um alarmante 40%. Essas decisões afetam especialmente produtos industriais com maior valor agregado, que enfrentam desafios para redirecionar suas exportações.

A retirada parcial das tarifas resultou das tratativas entre Trump e Lula, marcadas por um encontro prévio na Malásia. Alguns setores, como o agronegócio, já experimentam alívio, mas há muito a discutir para outras áreas, incluindo temas não tarifários como "terras raras" e o tratamento tributário para serviços de data center.

O que ficou claro com todas essas tratativas é que tanto o Brasil quanto os EUA buscam uma relação mais colaborativa na arena internacional, com reduções de impostos e ajustes em acordos comerciais. O diálogo, sem dúvida, é um sinal de novos tempos para ambos os países.

Imagem representativa do diálogo entre Trump e Lula

Com informações da Agência Brasil

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